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O Santos se encontra com sete transfer ban ativos impostos pela Fifa por dívidas com outros clubes e profissionais. Impedido de registrar novas contratações até quitar as pendências, o Peixe deve fazer o acerto em breve de parte dos valores em aberto, mas já espera uma nova punição.
Como noticiou primeiramente o jornalista Lucas Musetti e confirmou a ESPN , o Santos deve quitar três dívidas que geraram punições, todas envolvendo pagamentos de mecanismo de solidariedade. O valor é de aproximadamente R$ 1,5 milhão.
As dívidas são referentes aos negócios pelo zagueiro João Basso (em pagamento devido ao Paraná), o meia Benjamin Rollheiser (dívidas com Estudiantes , Sarmiento e River Plate ) e pelo atacante Álvaro Barreal (com o Vélez Sarsfield).
Os quatro transfer bans restantes são referentes a passagem do técnico Pedro Caixinha, em dívidas com o próprio treinador e demais membros de sua comissão técnica. A dívida total é próxima a R$ 18 milhões, e o Santos não vê possibilidade de assumir o pagamento neste momento.
O cenário ainda pode piorar na Fifa por uma punição que o Santos espera sofrer pelo empréstimo do atacante Yusupha Nije, de Gâmbia. A Corte Arbitral do Esporte (CAS) já deu ganho de causa ao Al Markhiya, do Qatar, por uma dívida equivalente a quase R$ 2 milhões.
A prioridade alvinegra, segundo apurou a reportagem, é não deixar atrasar os salários em carteira do elenco e funcionários. Já existe um mês em aberto nos vencimentos de direito de imagem.
Também segundo apurou a ESPN , o Santos entende ter seu caixa prejudicado também por pendências que envolvem outros clubes. No balanço financeiro de 2025, o clube apontou quase R$ 130 milhões a receber até o fim de 2026 de outras equipes – os maiores valores são referentes a vendas de Luca Meirelles (ao Shakhtar Donetsk ) e Jair Cunha (ao Botafogo ).