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FIFA apresenta a marca oficial da Copa do Mundo de 2027 em evento no Rio de Janeiro A Fifa irá investir US$ 800 milhões (R$ 4,2 bilhões) na Copa do Mundo feminina do ano que vem, que será disputada no Brasil. Cerca de 43% desse valor, US$ 344 milhões (R$ 1,8 bilhão), será distribuído como "contribuições ao futebol feminino". Os dados fazem parte do relatório anual da entidade, publicado nesta quinta-feira, após reunião do Conselho da Fifa, em Zurique. A competição, que acontecerá entre 24 de junho e 25 de julho, é o principal torneio da Fifa no ano que vem e maior responsável pela receita orçada de US$ 1,2 bilhão (R$ 6,3 bilhões) para 2027. A federação afirma, no documento, ter orçado arrecadação de US$ 70 milhões (R$ 367 milhões) em licenciamento, o maior para uma Copa do Mundo feminina até agora. O total investido deverá ser o dobro do que foi gasto na edição anterior, na Austrália e Nova Zelândia, a primeira com 32 equipes. Os membros do Conselho da Fifa também resolveram, nesta quinta, que as sedes das duas próximas Copas femininas serão definidas até o fim do ano em um congresso extraordinário a ser agendado. O torneio de 2031 tem a candidatura única de Estados Unidos, México, Costa Rica e Jamaica, enquanto o seguinte, em 2035, provavelmente será disputado em Inglaterra, Escócia, Irlanda do Norte e País de Gales. As duas competições terão 48 seleções, como a Copa masculina, 16 a mais do que o torneio que será realizado no Brasil. 1 de 1
Gianni Infantino, presidente da Fifa, em evento de lançamento da marca da Copa do Mundo Feminina de 2027 — Foto: Buda Mendes - FIFA / FIFA via Getty Images Gianni Infantino, presidente da Fifa, em evento de lançamento da marca da Copa do Mundo Feminina de 2027 — Foto: Buda Mendes - FIFA / FIFA via Getty Images Receitas recordes até 2030 O relatório publicado nesta quinta-feira também afirma que a Fifa espera arrecadar US$ 14 bilhões (R$ 73 bilhões) no ciclo de 2027 a 2030 – a entidade apresenta seus números no período entre um Copa masculina e outra. Desse valor, 26% já está garantido com contratos assinados. A entidade promete investir quase a totalidade disso, US$ 13,9 bilhões (R$ 73 bilhões). A Copa do Mundo de 2030, que terá jogos em seis países (Espanha, Portugal, Marrocos, Argentina, Uruguai e Paraguai) receberá US$ 3,3 bilhões (R$ 17,3 bilhões). Já a previsão para a Copa do Mundo de Clubes de 2029, ainda sem sede – o Brasil deseja receber o torneio – é de US$ 2,2 bilhões (R$ 12 bilhões), o que a torna o segundo campeonato de maior investimento da Fifa, apesar de ter tido só uma edição até agora. Não à toa: segundo o relatório, a competição de 2025, nos EUA, impulsionou as receitas da entidade no ano passado. Foram arrecadados US$ 2,6 bilhões (R$ 13,6 bilhões), quase 10% acima do que havia sido orçado para a temporada.