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Análise dos Times

Brasil

Principal

Motivo: Tom crítico: destaca 'vacilos' defensivos, gols evitáveis e não aproveitamento da expulsão, mas reconhece boas construções e valoriza os testes

Viés da Menção (Score: -0.3)

Motivo: Menciona 'vermelho infantil' da jogadora expulsa e atribui os gols argentinos aos erros rivais; resto do relato é factual

Viés da Menção (Score: -0.2)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Palmeiras Seleção Brasileira Arena de Pernambuco Argentina Japão Arthur Elias Bia Zaneratto Kerolin Kaylane Geyse Raissa Bahia Priscila Thaís Lima Sofia Domínguez

Conteúdo Original

Brasil 2 X 2 Argentina | Melhores momentos | amistoso de futebol feminino Arthur Elias mudou nove atletas, manteve só as laterais Isabela e Raíssa Bahia, e queria o Brasil mais dominante no segundo amistoso contra a Argentina, na última terça-feira. A Seleção, contudo, ainda teve dificuldades de encaixe e cometeu falhas defensivas - enquanto sistema - que tiveram impacto no resultado: empate por 2 a 2 na Arena de Pernambuco. + Arthur Elias diz que fez cobrança em papo com a Seleção após empate: "Tomou gols muito evitáveis" 1 de 2 Geyse e Sachs duelam em Brasil 2x2 Argentina — Foto: Luciana Vermell/CBF Geyse e Sachs duelam em Brasil 2x2 Argentina — Foto: Luciana Vermell/CBF Agora, a seleção brasileira só volta a atuar nos amistosos contra o Japão, em 29 de novembro, em Hiroshima, e 5 de dezembro, em Okayama. Sem Angelina - cortada por uma fratura no nariz -, Kaylane, vinda da sub-20, assumiu o meio de campo, e a escalação teve: Thaís Lima; Isabela, Tayla, Tarciane e Raissa Bahia; Kaylane; Zaneratto e Kerolin; Gio Garbelini, Priscila e Jhonson. Arthur Elias busca alternativas no meio de campo (e por isso acionou Kaylane), por considerar que há agora muitas atletas da posição em má fase ou recuperando de lesão. A lateral Bruninha, que rompeu o ligamento cruzado anterior e está em tratamento com a Seleção, acompanhou a partida da arquibancada. 2 de 2 Priscila parte para cima de Sachs em Brasil 2x2 Argentina — Foto: Luciana Vermell/CBF Priscila parte para cima de Sachs em Brasil 2x2 Argentina — Foto: Luciana Vermell/CBF Boa construção pela esquerda no primeiro gol O Brasil teve dificuldades de quebrar as linhas da Argentina logo nos primeiros minutos, mas precisou de 12 para abrir o placar construindo pelo lado esquerdo do campo e marcou com Bia Zaneratto, que aproveitou assistência da companheira de Palmeiras, Raíssa Bahia, para fazer 1 a 0. A Seleção ainda encaixou outras duas boas construções aos 21 e 27 minutos, e na segunda tentativa Gio Garbelini aproveitou o rebote, depois do primeiro chute de Priscila, para ampliar: 2 a 0. Erros defensivos mudam cenário Dois vacilos defensivos, porém, mudam o cenário positivo que se construía sob o incentivo da torcida, que enfrentou trânsito intenso para chegar ao estádio, com muitos torcedores e torcedoras, inclusive, só conseguindo entrar já no segundo tempo. Aos 33 minutos, a Argentina encaixou um contra-ataque em velocidade pelo meio, Falfán finalizou, e a goleira Thaís Lima ainda chegou a tocar na bola, mas não conseguiu defender: 2 a 1. É quando, depois de alguns bons desarmes de Tayla e Tarciane, o sistema defensivo comete algumas falhas deixando espaço pelos lados. Não à toa, sem mudanças, o Brasil volta levando a pressão já no início do segundo tempo, até que a lateral Isabela faz pênalti, aos nove minutos, e sai o gol de empate da Argentina: 2 a 2. Brasil não aproveita vermelho infantil Aos 12 min do 2º tempo - cartão vermelho direto de Evelyn Domínguez da Argentina contra o Brasil O problema é que, apesar das falhas, o Brasil ainda "ganhou" a vantagem de logo no minuto seguinte, aos 11, passar a jogar com uma a mais: Sofia Domínguez, que entrou no intervalo, foi atrapalhar Kerolin em cobrança de lateral e puxou o cabelo da brasileira, sendo expulsa. Só que a Seleção não conseguiu aproveitar. Algo que Arthur Elias admite levar como aprendizado. Ana Thaís: 'Por toda estrutura, Seleção feminina passa a ser questionada pela performance' O placar não teria mais alterações, enquanto o Brasil passaria por muitas. O técnico, diferente do jogo contra os Estados Unidos, não quis abrir mão dos testes que pretendia fazer por conta do resultado. Então, aos 16, trocou seis atletas: entraram Isa Haas, Mariza e Tamara Bolt nas linhas de defesa, Duda Sampaio no meio de campo, e Geyse e Marília no ataque. A equipe ganha fôlego, pressiona com três ataques seguidos, levando perigo com Geyse e Jhonson, mas sem fazer gol, enquanto Arthur, na beira do campo, insiste para subir as linhas e entrar no campo de ataque. Aos 31, aciona Carol Gil e Jaque Ribeiro, finalizando as alterações e deixando esta Data Fifa com 27 jogadoras testadas, sendo a goleira Yanne a única que não entrou. Na reta final, o Brasil ainda insiste, mas comete erros de passe e as poucas vezes que chega não tem efetividade.