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Análise dos Times

Corinthians

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Motivo: A matéria foca na aprovação do orçamento do Corinthians e nas cobranças feitas à sua diretoria pelo conselho do clube, relatando os fatos de forma objetiva.

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Palavras-Chave

Entidades Principais

Corinthians Augusto Melo CBF Armando Mendonça Osmar Stábile diretoria Cori Emerson Piovesan André Lavieri

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Esporte Conselho do Corinthians aprova orçamento de 2026, mas endurece cobrança Fábio Lázaro Colaboração para o UOL 08/12/2025 22h34 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Stábile no Mineirão antes de Cruzeiro e Corinthians Imagem: Gilson Lobo/AGIF O Conselho de Orientação (Cori) do Corinthians aprovou o orçamento do clube para 2026 por unânimidade, mas o aval ao planejamento financeiro veio acompanhado de cobranças severas à diretoria, principalmente em relação ao cumprimento das metas e redução de despesas. A avaliação predominante foi de que a gestão ainda está em andamento, mas que o discurso de herança administrativa não poderá mais ser usado como justificativa para descumprimento de objetivos. Os membros do Cori reforçaram que, ao assumir a presidência, a atual direção também assumiu a responsabilidade integral pelos resultados. Daniela Lima Bacellar deixa Castro em posição constrangedora Alexandre Borges Libertação de presidente da Alerj não surpreende Mauro Cezar Mundial pode complicar início de 2026 do Fla M.M. Izidoro Quem ensinou esses homens a amar assim? Corte profundo em despesas e metas consideradas ousadas O orçamento apresentado foi classificado como otimista e ousado, com metas agressivas em praticamente todos os departamentos. Os conselheiros destacaram que, apesar do tom ambicioso, os representantes da diretoria responderam a todos os questionamentos e não se esquivaram de críticas feitas durante a reunião. Representaram a diretoria: o vice-presidente Armando Mendonça, o diretor financeiro Emerson Piovesan e o gerente financeiro André Lavieri. O presidente Osmar Stábile não marcou presença por estar representando o Corinthians na premiação do Campeonato Brasileiro, na sede da CBF, no Rio de Janeiro. Um dos principais pontos debatidos foi o enxugamento de despesas, sobretudo fora do futebol. A avaliação do Cori é de que o corte impacta diretamente a estrutura esportiva do clube, especialmente modalidades como futsal e basquete, que efetivamente permanecem na grade esportiva. Futebol entra no centro da cobrança O departamento de futebol foi o alvo das criticas mais duras , ainda que tenha sido reforçado que não haverá contratações no setor enquanto vigorar o plano de ajuste. Continua após a publicidade Os conselheiros apontaram que a folha salarial foi excessivamente inflada em gestões anteriores , com destaque para o período de Augusto Melo, o que gerou impacto financeiro direto. O orçamento prevê uma redução de cerca de R$ 150 milhões na folha do futebol, o que representa aproximadamente 40% de corte . A estratégia passa principalmente por distratos contratuais e saídas negociadas, e não por novas contratações. Além disso, a diretoria trabalha com a expectativa de arrecadar até R$ 150 milhões com a venda de jogadores ao longo da temporada , valor considerado essencial para o equilíbrio das contas. Metas passam a ser exigência, não mais discurso O Cori deixou claro que a aprovação do orçamento está condicionada à cobrança efetiva do cumprimento das metas apresentadas , não apenas no futebol, mas no consolidado do clube. Entram nesse pacote objetivos ligados à Arena Corinthians, às tributações negociadas, ao departamento social e aos esporte s. A avaliação é de que justificativas usadas anteriormente terão menos margem de aceitação ao longo de 2026. Continua após a publicidade Também houve críticas ao prejuízo causado por mudanças na comissão técnica ao longo do período recente , apontadas como fator de aumento dos custos no futebol. Gestão é chancelada, mas vigilância aumenta Apesar das ressalvas, conselheiros consideraram o trabalho apresentado como consistente e compatível com a magnitude do Corinthians. A leitura interna foi de que o orçamento é ambicioso e possível, desde que as metas sejam cumpridas. O Cori sinalizou que não haverá mais "passar a mão na cabeça" da diretoria e que a fiscalização será constante, inclusive diante de movimentos externos que defendem intervenção no clube. A mensagem deixada após a reunião foi direta: o orçamento de 2026 foi aprovado, mas a cobrança será proporcional à ousadia do projeto apresentado. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Três apostas acertam Lotofácil e ganham R$ 558 mil; veja números sorteados Vila Isabel desliga Rayane Figliuzzi por falta de dedicação e polêmica Resumo novela 'Dona de Mim' da semana: confira capítulos de 9/12 a 20/12 Flamengo oficializa pedido para acabar com sintético em competições CBF Aposta de SP acerta Quina e ganha R$ 7,2 milhões; veja dezenas sorteadas