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Análise dos Times

Sao Paulo

Principal

Motivo: A matéria foca na crise interna do São Paulo e na figura do seu presidente, descrevendo os desafios e a pressão que ele enfrenta.

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Motivo: Mencionado brevemente como um evento que agrava o cenário para o São Paulo, mas sem análise de viés.

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Motivo: Mencionado como adversário em uma goleada que impactou a pressão sobre o presidente do São Paulo, sem análise de viés.

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Palavras-Chave

Entidades Principais

Fluminense Flamengo Libertadores Julio Casares Sao Paulo Muricy Ramalho Carlos Belmonte Rui Costa Nelson Marques Ferreira Harry Massis Junior Marcelo Pupo Fernando Bracalle

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Só para assinantes Assine UOL Reportagem Casares vive pior momento no São Paulo e busca articulação interna Pedro Lopes Colunista do UOL 01/12/2025 05h30 Deixe seu comentário Presidente Julio Casares, Muricy Ramalho, o agora ex-diretor Carlos Belmonte e Rui Costa no CT da Barra Funda Imagem: Reprodução / Instagram / @belmontespfc Carregando player de áudio Ler resumo da notícia A conquista da Libertadores pelo Flamengo ontem consolidou o cenário que se construiu nas últimas semanas: o presidente Julio Casares vive o seu pior momento desde que assumiu a presidência do São Paulo pela primeira vez em 2021. O fim de um dos últimos argumentos de força do São Paulo, o de pertencer ao grupo de times brasileiros com mais títulos da Libertadores, é a cereja no bolo simbólica, em uma panela de pressão que inclui uma monumental crise no departamento médico, atrasos em direitos de imagem e os primeiros sinais de perda do apoio quase que incondicional dos últimos quatro anos. A coluna apurou que, nas últimas duas semanas, antes da goleada por 6 a 0 sofrida diante do Fluminense, Casares já se sentia pressionado e tinha começado a buscar aproximações e reconsolidar sua relação com aliados. Domitila Becker Parem de zoar os palmeirenses Casagrande O Fortaleza tem tudo para fugir do rebaixamento Milly Lacombe Posição do Corinthians no Brasileiro é um milagre Sakamoto A melhor notícia para Lula na semana que passou O presidente se encontrou com nomes experientes do clube - dentre eles o seu vice-presidente Harry Massis Junior e o ex-presidente do conselho deliberativo Marcelo Pupo. Nas conversas, Casares buscou falar da necessidade de união dentro do clube para enfrentar o momento de crise. Ao longo da semana, fontes de dentro da própria coalizão de apoio a Casares chegaram a utilizar o termo "isolado" ao se referirem ao presidente. À coluna, ele rejeitou essa hipótese, e citou um encontro realizado com os seis grupos que compõem a sua coalizão na semana retrasada. O encontro ratificou o que já vinha sendo acertado: que o nome escolhido para a sucessão será definido em março, para iniciar a corrida em junho; e que esse nome seria escolhido pelo próprio Casares. As eleições acontecem no fim de 2026. Só que veio a semana e, com ela, a goleada diante do Fluminense. O diretor de futebol Carlos Belmonte e seus dois adjuntos, Fernando Bracalle, o Chapecó, e Nelson Marques Ferreira, o Nelsinho, pediram demissão. Belmonte é uma liderança do Legião, um dos seis grupos que compõem a coalizão de Casares. Chapecó é liderança de outro, o Sempre Tricolor - este um dos grupos com os quais Casares vinha buscando uma reaproximação. Belmonte era, inclusive, signatário do acordo feito na coalizão sobre prazos e definição de candidato nas eleições do ano vem, mas já se prepara para lançar a própria candidatura - a entrevista dada na última quinta ao Blog do Menon é praticamente o lançamento. O que tinha sido combinado já está parcialmente rompido. Continua após a publicidade O São Paulo é, tradicionalmente, um ambiente político de acordos e coalizões que estabelece dificuldades enormes à consolidação de uma oposição ampla e forte. Nesse contexto, o termo isolamento de fato não descreve com precisão a situação atual de Casares. Na última terça, ele aprovou no conselho a tomada de um empréstimo de R$ 25 milhões - foram 46 votos contrários, número dentro do que a própria direção considera a oposição já consolidada. É fato, entretanto, que a pressão começa a atingir os maiores níveis desde 2021, e que forças políticas dentro da própria coalizão que sustenta o presidente começam a olhar menos para o passado e para o presente, e mais para o futuro: as eleições. Um dos principais projetos da gestão, o Fundo de Investimentos em Participações (FIP) de Cotia foi colocado na geladeira por prazo indeterminado, diante da incerteza de apoio suficiente para a aprovação no Conselho Deliberativo. O projeto, parceria com a Galápagos, a mesma gestora que cuida do seu fundo de investimentos em direitos creditórios (FIDC), previa um investimento de até R$ 350 milhões por uma participação de 30% de investidores externos nas receitas geradas pela base. Na sexta-feira, em entrevista no CT da Barra Funda, Casares disse à coluna que 'mudanças profundas' virão no futebol, em especial nos departamentos médico, de fisiologia e preparação física, que estão no centro da maior crise vivida na temporada. Os próximos meses serão decisivos e movimentados para o 2026 - e para os próximos quatro anos do São Paulo. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Pedro Lopes por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora O incrível Fortaleza de Palermo tem tudo para fugir do rebaixamento Homem que atropelou e arrastou mulher até a Marginal Tietê é preso em SP Dois suspeitos de matar cabeleireiro no Alto de Pinheiros são presos na PB Parem de zoar os palmeirenses Lula vê isenção do IR como 14º salário e fala em comprar TV maior para Copa