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O dia no Timão começou com o foco fixo no Brasileirão, enquanto Dorival Júnior mantinha a leitura de jogo na prateleira de cima e evitava falar em 2026. Em entrevista à TV Gazeta, o técnico repetiu que a prioridade é a Série A e ressaltou as dificuldades que o clube tem enfrentado, desde o ambiente político conturbado até a ausência do trio GYM — Garro, Yuri Alberto e Memphis Depay — que segue fora das escolhas por ora. [ ]. O assunto não ficou só no campo: Dorival sinalizou planos de avaliação para 2026, mas deixou claro que, enquanto o transfer ban impede novas contratações, o Corinthians trabalha nos bastidores com Fabinho Soldado e a diretora de futebol feminino, Íris Sesso, para costurar o futuro sem descuidar do presente. A conversa, com nuances políticas, foi referência para entender o clima do clube neste final de temporada. [ ]. Na prática, o raio-x da janela mostra três atletas com contratos terminando neste ano que já estão emprestados: Pedro Raul, Fagner e Alex Santana, mantendo o Timão atento a cenários de retorno ou venda e ao reforço pontual para 2026, embora o Timão esteja limitado por questões contratuais e legais. [ ]. Enquanto o foco é o Brasileirão, houve também aquele momento de integração entre elencos: a manhã no CT Dr. Joaquim Grava reuniu atletas, Brabas e figuras do futebol feminino num treino que acabou com uma foto coletiva de Memphis Depay e Yuri Alberto sendo tietados pelas jogadoras, mostrando que o clube caminha unido na defesa da mesma camisa. [ ]. A cada passo, o clássico contra o São Paulo e o horizonte do Brasileirão voltam a ganhar contornos estratégicos: o jogo contra o Grêmio reserva uma série de trunfos, como retorno de dois titulares, a possibilidade de manter defesa completa e a ideia de apenas ajustar o meio-campo diante de suspensões — sempre com o cenário do transfer ban em mente. Os torcedores já lembram do tabu de sete anos sem vencer o Grêmio em Itaquera, enquanto o clube prepara um provável 3 zagueiros e a rotação de peças em meio a restrições musculares e disciplinadas. [ ]. Para fechar o dia, o registro de casca dura: o relato de Casagrande sobre uma noite de 1982, quando o Corinthians Democracia abriu espaço para show e política — Gonzaguinha no palco, uma história de amizade e de defesa da participação popular. Um lembrete de que o clube já foi palco de capítulos que misturam futebol, cultura e cidadania, reforçando que a paixão não é apenas pelo placar. [ ].