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Foi um dia de reverberação global para o Botafogo: a vitória histórica contra o PSG, no Mundial de Clubes, abriu as cortinas para uma narrativa que atravessou fronteiras e acendeu o debate sobre o tamanho do clube no cenário mundial [fonte 1] . Renato Paiva, fora do futebol desde setembro, após a passagem pelo Fortaleza, não poupou críticas a John Textor em entrevista à A Bola: recordou que, ao viajar para o Mundial, o Botafogo tinha 13 jogos sem perder, oito vitórias, dois empates e uma derrota para o Flamengo no Maracanã, além de duas derrotas para Bahia e Capital na Copa do Brasil, jogando com uma equipe secundária [fonte 1] . Durante a sabatina, Paiva foi direto: referiu-se a Textor apenas como 'este senhor', sinalizando que muitos aspectos da gestão chamam atenção longe dos olhos do gramado [fonte 1] . Paiva contextualizou o cenário ao chegar: o Botafogo encontrou uma equipe campeã da Libertadores e do Brasileirão, mas dilacerada por saídas — 12 jogadores foram embora — e ainda assim assegurou que o grupo no Mundial mostrou empatia, sinergia e uma identificação com a torcida que impressiona [fonte 1] . No Mundial, o Botafogo enfrentou adversários pesados como PSG e Atlético Madrid; a vitória sobre o campeão europeu é, para muitos, a marca máxima do projeto. Paiva relatou que Textor lhe disse, em tom de celebração, que era o dia mais feliz da vida dele, e houve até um beijo em público entre eles [fonte 1] . Paiva também comentou sobre o futuro: não treinou desde setembro e que recebeu propostas, incluindo de uma seleção sul-americana, não negando conversas com a Universidad de Chile, e brincou com a ideia de estar de volta a um banco de reservas [fonte 1] . Entre números e emoções, a cobertura desta terça-feira reforça que o Botafogo não venceu apenas por táticas, mas por uma identidade que envolve jogadores, torcedores e uma gestão sob tensão, com a própria figura de Textor no centro da conversa [fonte 1] .