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Análise dos Times

Marrocos

Principal

Motivo: O artigo foca em Marrocos, detalhando seus jogadores, desafios e expectativas, com linguagem positiva sobre o desempenho recente e o potencial da equipe.

Viés da Menção (Score: 0.8)

Motivo: Camarões é apresentado como um adversário com histórico, mas atualmente inferior a Marrocos, sem um viés fortemente negativo ou positivo, apenas como referência.

Viés da Menção (Score: 0.1)

Motivo: A performance da Tanzânia contra Marrocos é descrita como uma demonstração de como 'qualquer time é capaz de se fechar', sugerindo uma tática defensiva que quase surpreendeu Marrocos, mas sem denegrir diretamente o time tanzaniano.

Viés da Menção (Score: -0.3)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Girona Olympique de Marselha Nigéria Camarões Egito Marrocos Tanzânia Brahim Díaz Achraf Hakimi Copa Africana de Nações Real Madrid Argélia Ounahi Regragui

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Sem motorzinho, Marrocos busca química entre astros para manter sonho vivo Julio Gomes Colunista do UOL 08/01/2026 05h30 Deixe seu comentário Achraf Hakimi é o principal jogador de Marrocos, adversário de estreia do Brasil Imagem: Divulgação Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Marrocos entrará em campo nesta sexta, às 16h (ao vivo na Band e Bandsports), do mesmo jeito que o fez durante toda a Copa Africana de Nações: com uma tremenda pressão nas costas. O adversário será Camarões, pelas quartas de final do torneio que os marroquinos organizam - com brilhantismo, diga-se. Camarões é a segunda seleção com mais títulos do continente - cinco, só atrás dos sete do Egito -, já ganhou medalha de ouro olímpica (2000), já ganhou da Argentina de Maradona, já revelou para o mundo gente como Milla e Eto'o. Mas, hoje, está pelo menos dois passos atrás de Marrocos. Em Copas do Mundo, a última vitória desde 2002 foi justamente aquela sobre o time reserva de Tite, no Qatar. Vai ficar fora do Mundial-2026 porque ficou atrás de Cabo Verde nas eliminatórias, que, por sua vez, sequer conseguiu entrar na Copa Africana de Nações. O time atual não tem nenhum jogador de destaque ou em equipe grandona do futebol europeu. Juca Kfouri A miséria do modelo associativo no futebol Sakamoto Master criou 'gabinete do ódio' com influenciadores Casagrande Igor Thiago merece chance na lista de Ancelotti? Carla Araújo Médicos reavaliarão remédios de Bolsonaro Marrocos é o contraste. Semifinalista da última Copa, campeão mundial sub-20, trabalho estável do treinador, vários jogadores de destaque no futebol europeu. A cereja do bolo foi ter conseguido convencer Brahim Díaz, do Real Madrid, que passou a adolescência jogando nas seleções espanholas de base, a defender a seleção dos ascendentes. Justamente Brahim foi quem fez o gol da vitória no encardido jogo contra a Tanzânia, seleção número 112 do ranking da Fifa, nas oitavas de final. Uma partida que mostrou claramente como é difícil o futebol de hoje em dia para quem tem a "obrigação" de vencer. Qualquer time é capaz de se fechar, estacionar o ônibus e tentar sobreviver. A mesma lógica que fez a Tanzânia quase derrubar Marrocos é que a rege a chance de qualquer seleção africana bater qualquer potência mundial na Copa. Até o gol, Brahim, destaque de Marrocos no torneio até agora, fazia uma partida para lá de discreta. E eu credito isso à presença de Hakimi, o astro maior, melhor lateral-direito da atualidade. Com o corredor para Hakimi, Brahim precisou entrar e se perdeu no meio dos volantes e zagueiros. Achar a química entre eles é o desafio do técnico Regragui nas partidas finais da competição - quartas contra Camarões, semifinal contra Nigéria ou Argélia, ambas seleções 100% até agora, e a final. Hakimi e Brahim Díaz precisam se esbarrar mais, alternar melhor quem afunda pela direita e quem entra em diagonal. Isso é entrosamento. Tudo isso em meio à ausência de Ounahi, o motorzinho do time, que machucou a panturrilha antes das oitavas. Ele apareceu com muletas para a partida e, quando Brahim mostrou a camisa de Ounahi ao comemorar o gol, a impressão era que o meia havia arrebentado o joelho ou coisa do tipo, com risco até de ficar fora da Copa do Mundo. No fim das contas, é uma lesão grave, mas de dois meses, no máximo. Ounahi fez partidas inacreditáveis contra Espanha e Portugal na Copa, os jogos que levaram Marrocos à inédita semifinal. Foi imediatamente contratado pelo Olympique de Marselha, mas não explodiu. Agora, está no Girona. Há atletas, no entanto, que funcionam mais com seleções do que nos clubes. Ounahi é fundamental para Marrocos e para a dinâmica do time no meio de campo e sua ausência foi notada. Cabe às estrelas a missão de criar outra tipo de ataque e resolver a vida dos anfitriões nas quartas de final. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Julio Gomes por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora A caçada ao petroleiro que tentou virar russo em pleno oceano Maduro foi ferido na perna durante ação dos EUA, diz ministro venezuelano Carros de luxo: ranking dos mais vendidos de 2025 destaca disputa acirrada Servem como base: testamos 4 protetores solares com cor e elegemos o melhor Corpo de DJ brasileiro desaparecido é encontrado em praia de Portugal