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Análise dos Times

Santos

Principal

Motivo: Relato jornalístico factual e investigativo sobre dívidas e punições, sem tom favorável ou contrário ao clube.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Menção puramente factual como credor na cobrança de valores pelo empréstimo de jogador.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Menção factual sobre ganho de causa parcial na FIFA por dívida do Santos.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Menção factual sobre ganho de causa parcial na FIFA por dívida do Santos.

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Palavras-Chave

Entidades Principais

santos alexis duarte cas pedro caixinha fifa spartak moscou joao basso adonis frias leon benjamin rollheiser alvaro barreal jose francisco belman gonzales jose prata pedro malta yusupha njie al-markhiya guilherme gomes

Conteúdo Original

O Santos , nas últimas semanas, vem sofrendo com transfer bans da Fifa, por conta de dívidas relacionadas à negociação com jogadores e pendências com a ex-comissão técnica de Pedro Caixinha. A primeira ação da diretoria do Peixe foi realizar um depósito de cerca de R$ 950 mil no fim da tarde da última terça-feira (13). O pagamento derrubou três das sete punições que pesavam contra o clube. Os débitos quitados envolviam negociações ligadas ao zagueiro João Basso, ao meia Benjamín Rollheiser e ao atacante Álvaro Barreal. Um dos montantes era de US$ 55 mil (cerca de R$ 275 mil), enquanto os outros dois totalizavam 120 mil euros (R$ 671 mil). Após o pagamento, a Fifa confirmou o recebimento e derrubou esses três transfer bans do seu sistema. A sequência de punições teve início na quinta-feira (8), quando a entidade notificou o clube pelo débito de 200 mil euros (R$ 1,11 milhão) com o preparador de goleiros José Francisco Belman Gonzales. Na última sexta (9), a Fifa confirmou os blocos relativos às ações movidas pelo treinador Pedro Caixinha e pelos auxiliares José Prata e Pedro Malta. Sem caixa para quitar as rescisões após as demissões em abril de 2025, a diretoria santista tentou parcelar os débitos, mas os profissionais recusaram a proposta e acionaram a Fifa. O Santos ainda recorreu à Corte Arbitral do Esporte (CAS), última instância da Justiça desportiva internacional , mas teve o pedido rejeitado e esgotou as possibilidades de recurso. A maior fatia da dívida envolve o técnico Pedro Caixinha. O clube foi condenado a pagar R$ 496,7 mil em remunerações pendentes e 1,84 milhão de euros (cerca de R$ 10,2 milhões) referentes à rescisão contratual, ambos os valores acrescidos de juros de 5% ao ano cobrados a partir de 14 de abril de 2025. Em relação aos auxiliares, o débito com Pedro Malta é de 220 mil euros, aproximadamente R$ 1,2 milhão, enquanto a pendência com José Prata gira em torno de 120 mil euros, cerca de R$ 670 mil. Ambas as quantias também sofrem correção de juros de 5% ao ano desde abril do ano passado. A sanção impede o Peixe de registrar novos reforços pelas próximas três janelas de transferências. O bloqueio só será retirado antes desse prazo caso o clube efetue a quitação integral das pendências. De acordo com apuração do Lance! o clube não trabalha com data definida de quando esses valores possam ser pagos. Anunciado em 23 de dezembro de 2024 e demitido em abril de 2025, Caixinha comandou a equipe em 16 partidas. Foram seis vitórias, três empates e sete derrotas. O cenário financeiro do Alvinegro praiano na Fifa ainda pode sofrer novas sanções nos próximos dias. A entidade deve oficializar um quinto transfer ban referente à rescisão do preparador físico Guilherme Gomes. Além disso, o clube aguarda decisão do CAS referente à cobrança do Al-Markhiya, do Catar, que exige 350 mil euros, cerca de R$ 2 milhões, pelo empréstimo do atacante Yusupha Njie. Em paralelo, León (México) e Spartak Moscou (Rússia) obtiveram ganho de causa parcial na Fifa por dívidas nas contratações dos zagueiros Adonis Frías e Alexis Duarte.