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Análise dos Times

Selecao Brasileira

Principal

Motivo: O artigo analisa as estratégias de marketing e a relação da seleção com a torcida, sem demonstrar viés a favor ou contra o time em si, mas criticando a abordagem.

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Palavras-Chave

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Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Seleção masculina busca se reconectar com quem ela representa Milly Lacombe Colunista do UOL 25/03/2026 16h59 Deixe seu comentário Camisa da Seleção Brasileira que Pelé usou Imagem: Gabriela Brino/ UOL Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Vai, Brasa. É assim que CBF e Nike querem reconstruir a intimidade entre seleção e população. Apelido é sinal de intimidade, de amor, de afeto. A ideia de criar um apelido talvez indique que pela primeira vez em muitos anos a CBF está pensando em como se reaproximar da torcida que parece tê-la abandonado. Pesquisas indicam, aliás, que foi isso mesmo o que aconteceu. Então, antes de mais nada, seria preciso elogiar a coragem dessa administração de fazer o diagnóstico, respeitar o resultado e buscar um caminho para a cura. Estive recentemente em dois dias de imersão para a imprensa na Granja Comary (falarei mais oportunamente), escutei muitas palestras dadas por executivos e executivas da CBF, troquei uma rápida ideia com Samir Xaud e saí de lá com a certeza de que essa gestão foi atrás dos diagnósticos e quer mudanças. Voltei para casa bem impressionada e confiante - depois de um longo e tenebrosíssimo inverno. A questão com o apelido "Brasa" é que vínculos não se constroem com ações de marketing. Não podemos refazer relações apenas com palavras. Afetos, no futebol, são feitos em campo. O diagnóstico obtido, o de que população e seleção se distanciaram, está mais nas mãos de Ancelotti do que do marketing para ser resolvido. É em campo que vamos nos reconectar. É vendo a seleção jogar usando a nossa cultura como ferramenta tática e estratégica. O drible, a criatividade, a música, a alegria, a festa, a desobediência, a gambiarra, o improviso. O resultado não é o que mais importa para que esse vínculo seja reestabelecido. Por isso me incomoda escutar "o hexa vem aí". Talvez não venha. Provavelmente não vem. Mas mesmo sem ele essa relação pode ser curada. Josias de Souza Delatores saltam do Master como pulgas de vira-latas Juca Kfouri O Brasil não conhece o Brasil. A Nike muito menos Milly Lacombe Vínculos não se constroem com ações de marketing Gustavo Miller 'Love Story' e o roteiro de ficção que a internet matou Não acho que "Brasa" vai pegar mesmo que Ancelotti traga a sexta taça. Talvez fosse o momento para bancar uma terceira camisa vermelha, vermelha como um pau-brasil, e mostrar que de fato o caminho é o de transformação. Infelizmente, esse sonho parece ter morrido. Quem sabe um dia ele volte. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Milly Lacombe por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Mulher morre após ser espancada por marido e liberada em UPA de SP Quina acumula e prêmio sobe para R$ 7,3 milhões; confira as dezenas Irã prepara lei para cobrar pedágio no Estreito de Hormuz, dizem agências Robô humanoide acompanha Melania Trump em evento sobre IA na Casa Branca Pela primeira vez, Ana Paula cumpre Barrado no Baile e retorna para a Festa