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Análise dos Times

Corinthians

Principal

Motivo: Tom informativo e neutro; equilibra a visão da diretoria com ceticismo de que a negociação possa ser promessa eleitoreira

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Motivo: Menção apenas em legenda de foto, sem qualquer tom avaliativo ou editorial

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Palavras-Chave

Entidades Principais

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Conteúdo Original

Corinthians negocia quitação da Arena com a Caixa A diretoria do Corinthians suspendeu o pagamento da terceira parcela da dívida pela construção da Neo Química Arena enquanto negocia a quitação do estádio com a Caixa Econômica Federal. + Siga o canal ge Corinthians no WhatsApp Segundo dirigentes, o Corinthians teve o aval da Caixa para não pagar a terceira parcela trimestral, vencida em setembro, no valor aproximado de R$ 28 milhões. O clube pagou as duas primeiras prestações do ano, totalizando R$ 56 milhões. No entendimento dos dirigentes, o fato de a Caixa não cobrar a terceira parcela deste ano é um bom sinal para o andamento da negociação. A informação foi publicada primeiro pelo site Meu Timão e confirmada pelo ge . Procurada, a Caixa se manifestou por meio de nota: — A Caixa não se manifesta sobre operações bancárias específicas e eventuais negociações, em obediência ao sigilo bancário previsto na Lei Complementar 105/2001. O Corinthians negocia com a Caixa a possibilidade de quitar a dívida pela Arena, hoje na casa dos R$ 630 milhões, oferecendo os naming rights do estádio e outros produtos comerciais ao banco estatal. O clube propõe que a Caixa assuma o nome do estádio, hoje pertencente à Hypera Pharma. A diretoria considera que os naming rights atualmente valem cerca de R$ 70 milhões por temporada, bem acima dos R$ 15 milhões anuais, corrigidos pela inflação, que a Hypera paga desde a assinatura do contrato, em 2020. O projeto ainda envolve outros ativos, como lançamento de títulos de capitalização, transferência de toda a operação financeira do clube (contas e pagamento de salários) para a Caixa e até cartões para o programa Fiel Torcedor. Com o valor dos naming rights pactuado entre Corinthians e Caixa, seria possível dar a dívida como quitada, já que o banco teria o direito de explorar comercialmente o nome do estádio por determinado período. Mais notícias do Corinthians : + O que diz relatório interna competências de Iago Machado + Yuri Alberto diz estar recuperado: "Lesão totalmente cicatrizada" + Tuma admite risco de eleições não ocorrerem; entenda 1 de 1 Corinthians x São Paulo na Neo Química Arena pela final do Brasileirão Feminino — Foto: Anderson Romão/AGIF Corinthians x São Paulo na Neo Química Arena pela final do Brasileirão Feminino — Foto: Anderson Romão/AGIF Em reunião na sede da Caixa, em Brasília, na semana passada, os dirigentes do Corinthians também pediram que a Caixa devolva R$ 27 milhões que estão na conta reserva prevista no contrato de renegociação da dívida, assinado em 2022. A diretoria ainda não recebeu retorno sobre a devolução do dinheiro, necessário para a operação do dia a a dia, devido aos problemas financeiros do clube. O assunto voltou à tona neste ano, em razão dessa grave crise, cuja principal motivadora, no entendimento da diretoria, é justamente a dívida da Arena. Stabile costuma repetir que o seu principal objetivo na presidência é quitar o estádio. Até por isso, há quem veja a negociação com ceticismo, como uma promessa eleitoreira, já que o Corinthians terá eleições para a presidência e o Conselho Deliberativo em 28 de novembro. O presidente tentará se candidatar à reeleição. Porém, com uma articulação política em Brasília, os dirigentes corintianos consideram que a negociação está andando bem. Apesar disso, a expectativa dentro do Corinthians é que possa haver um desfecho depois das eleições gerais do Brasil. Caso a negociação avance, o Corinthians planeja oferecer à Hypera Pharma os naming rights de outras instalações do clube, como o CT Joaquim Grava, para não precisar pagar o valor da rescisão do contrato com a farmacêutica. Dívida da Arena Desde a inauguração do estádio, em 2014, o Corinthians desembolsou cerca de R$ 600 milhões ao longo dos anos para pagar o financiamento para construção. O contrato que renegociou as pendências, acertado na gestão do ex-presidente Duilio Monteiro Alves, estipula dezembro de 2041 como prazo de pagamento da dívida, com amortizações crescentes a partir de 2025 e juros pagos desde 2023, à taxa de 2% ao ano acrescida da variação do CDI. Na prática, o Corinthians só pagou juros em 2023 e 2024 e começou a diminuir o saldo da dívida a partir de 2025. Nos bastidores, Stabile cita a dívida pela Arena como principal motivador da grave crise financeira do clube, que tem endividamento total na casa dos R$ 2,8 bilhões. No ano passado, o presidente do Conselho Deliberativo, Romeu Tuma Júnior, sugeriu publicamente que o Corinthians deixasse de pagar a dívida com a Caixa para privilegiar outras pendências. A declaração fez o banco estatal admitir uma renegociação. 🎧 Ouça o podcast ge Corinthians🎧 + Assista: tudo sobre o Corinthians na Globo, sportv e ge 50 vídeos