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Análise dos Times

Motivo: O autor relata um gol histórico contra o Santos em 1983, demonstrando uma memória afetiva positiva. No entanto, a análise atual do time é mais equilibrada.

Viés da Menção (Score: 0.1)

Motivo: A situação do Santos é descrita como pior que a do Corinthians, com o técnico Vojvoda sob pressão e a equipe refém da família Neymar, indicando um tom mais crítico.

Viés da Menção (Score: -0.4)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Corinthians Santos Neymar Juan Pablo Vojvoda Dorival Jr Sócrates Zenon Serginho Chulapa Victor Hugo Alfinete

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Aniversário do meu filho Victor Hugo e dia de clássico: melhor impossível! Walter Casagrande Jr. Colunista do UOL 15/03/2026 15h05 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Casagrande com o filho Victor Hugo Imagem: Arquivo pessoal Domingo, 15 de março. Além de ser o aniversário de Victor Hugo, meu filho mais velho, tem um grande clássico na Vila Belmiro. Meu filho nasceu em um sábado, 15 de março de 1986, e eu estava em uma excursão com a seleção brasileira para fazer dois jogos na Europa. Foram os dois primeiros amistosos que já estavam marcados, e que o Telê Santana não queria porque o time não estava pronto, e sem os jogadores que estavam na Itália. Nelson de Sá China soma vitórias com guerra do Irã Joildo Santos O Brasil que as marcas ignoram Ricardo Kotscho Dá para imaginar Flávio Bolsonaro presidente? Juca Kfouri Forte União tira o Grêmio da pauta de assembleia Treinamos à tarde em Budapeste para jogarmos contra a Hungria, no dia 16, e quando cheguei ao hotel estava em uma roda com alguns jogadores da seleção. Sócrates, Édson e Oscar, dentre outros, e vieram me avisar que meu filho havia nascido. Foi uma sensação estranhíssima de uma felicidade nova para mim. Leonardo, Victor Hugo e Symon, filhos de Casagrande Imagem: Arquivo pessoal Jogamos, fomos amassados e perdemos para a Hungria por 3 x 0. Na segunda-feira, (17), pegamos o avião para voltarmos ao Brasil. Chegamos na terça-feira, dia 18, de madrugada. Fui para a minha casa tomar um banho e, obviamente, ao hospital para conhecer meu primeiro filho. Na porta de seu quarto na maternidade tinha uma guitarrinha de isopor. Eu estava vestido como andava na época, em uma fase super roqueira da minha vida. Foi um dia incrível mesmo! Continua após a publicidade Parabéns, Victor Hugo! Te amo, filho! Vamos falar sobre o clássico Santos x Corinthians... O time do Dorival Jr vem uma derrota por 2 x 0 para o Coritiba, na Neo Química Arena, de uma forma vexatória Teve protesto e cobrança da fiel torcida deixando, claro. A "gordura" dos títulos do Paulista é da Copa do Brasil em 2025, e da Supercopa do Brasil em 2026, derreteram. O trabalho do Dorival Jr está sendo contestado e uma derrota irá pesar muito. colocando o processo do trabalho em xeque. Lá no Santos a situação é pior. Uma derrota para o rival fará o Juan Pablo Vojvoda ficar pendurado por um fio. Continua após a publicidade Seu trabalho não agrada a maioria da torcida e ainda tem de engolir ser refém da família Neymar. Fora isso, Fernando Diniz está livre no mercado e todos sabem que ele é um "parça" do dono do clube (Neymar). O camisa 10 vai a campo porque já faz mais de 15 dias sem jogar, e ainda "caiu fora" de Mirassol depois que soube que o Carlo Ancelotti, técnico da seleção brasileira, iria até lá assistir o jogo para vê-lo. Os dois times estão pressionados, e as torcidas cobrando bom futebol e resultado. Não vejo favoritos nesse confronto, mas jogar na Vila do Pelé nunca foi fácil para ninguém. Lembranças do clássico Em 1983, Santos e Corinthians abriram a fase final do Paulistão no Morumbi. Continua após a publicidade Casagrande celebra gol do Corinthians contra o Santos, no Paulista de 1983 Imagem: Arquivo pessoal Se classificaram 8 times depois de dois turnos do campeonato paulista, e foram divididos em dois grupos: Esse jogo foi muito complicado porque o Santos fez um grande time em 1983, quando foram vice-campeões do Brasileiro, e seriam campeões Paulista em 1984. O Corinthians era o time da democracia, que havia sido campeão em 1982. O Santos fez 1 x 0 ainda no primeiro tempo de pênalti, com o centroavante Serginho Chulapa. Depois disso, apertamos e tivemos algumas chances de gols, como a que a zaga tirou em cima da linha. Não conseguimos empatar até chegar aos 44 minutos do segundo tempo. Era a última jogada da partida quando Zenon lançou o Ataliba, mas a bola quicou no horrível gramado do Morumbi e deu um salto enorme, caindo nos pés do lateral Alfinete, que sem pensar, dominou e cruzou na área. Continua após a publicidade A bola passou pelo Sócrates e pelos zagueiros Toninho Carlos e Márcio, e foi caindo na minha direção. Bati de virada, de sem-pulo. A bola bateu no goleiro Marola e entrou. Foi uma explosão no Morumbi, e em mim também, que comemorei com muita força, colocando toda a minha apreensão para fora. Neste dia, troquei a camisa com o Serginho, e a tenho até hoje. Será que hoje na Vila Belmiro teremos emoções desse tipo? Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Casagrande por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Bahia vence mais uma fora de casa, entra no G4 e afunda Inter na crise Corinthians abre negociações pra contratar Arthur Cabral, do Botafogo De virada, Sabalenka dá o troco, vence Rybakina e é campeã em Indian Wells MG: Influencer do MBL e pré-candidato agride e apanha de gerente de loja Memphis marca como Pelé e Gabriéis empatam o clássico na Vila