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Análise dos Times

Atletico

Principal

Motivo: O tom é de forte crítica à gestão, ao desempenho e à falta de planejamento do clube, indicando que o ano foi 'para esquecer'.

Viés da Menção (Score: -0.8)

Motivo: O Palmeiras é descrito como jogando com sobriedade, mesmo frustrado, o que sugere uma atuação competente em contraste com o adversário.

Viés da Menção (Score: 0.2)

Motivo: O Flamengo é mencionado apenas como o vencedor do título brasileiro, sem análise de desempenho ou viés.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

palmeiras abel ferreira flamengo filipe luis atletico

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Opinião O fim melancólico de um ano para esquecer Yara Fantoni Colunista do UOL 04/12/2025 10h12 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Mais uma vez, o Atlético chega à última rodada do Brasileirão olhando para baixo, e não para cima. Um roteiro que se repete, como se o clube tivesse se acostumado a viver perigosamente. O empate seria suficiente, talvez uma combinação improvável de resultados ajudasse. Mas, diante de um Palmeiras que, mesmo frustrado após perder a Libertadores e ver o título brasileiro escapar para o Flamengo, jogou com sobriedade, o Galo foi apenas coadjuvante. Derrota por 3 a 0 e uma sensação de fim de ciclo para muitos jogadores do elenco e exigência de uma postura diferente da diretoria. O time mostrou o que foi quase o ano inteiro: apático, previsível e emocionalmente instável. Faltou intensidade, sobrou desorganização. Um elenco que envelheceu rápido, com apostas que não vingaram e promessas que não apareceram. E, acima de tudo, um clube que parece não entender que a paixão da arquibancada não paga boletos: salários atrasados ao longo da temporada, dívidas em cascata e promessas que evaporam em coletivas cheias de otimismo vazio. O Atlético precisa parar de se enganar. A camisa é pesada, mas o investimento também precisa ser. Os adversários sabem disso. É hora de encarar a realidade: o clube precisa de investimento, de gestão responsável e de gente que saiba dizer "não" quando for preciso. Pagar o que deve, reestruturar o elenco e entender que trabalho e planejamento valem mais que discursos de ocasião. Mauro Cezar Filipe Luís é algoz do antes badalado Abel Ferreira Wálter Maierovitch Com canetada, Gilmar tira poder do cidadão Carla Jimenez No jogo político, Alcolumbre cai, e Michelle sobe André Santana Santa Bárbara, Iansã e a luta contra o feminicídio O fim do ano deixa um gosto amargo, mas também um aviso claro. O Galo precisa de reformulação, e isso não virá com frases de efeito. É tempo de atitude, menos conversa e mais entrega. Porque o torcedor já cansou de esperar que o ano de 2021 se repita e as frustrações dos títulos recentes perdidos e campanhas fracas no Brasileiro custam caro. Nem sempre a sorte vai ajudar contra o rebaixamento. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Yara Fantoni por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Depois de Artur Jorge, Filipe Luís é algoz do antes badalado Abel Ferreira Gilmar avisou a senadores de decisão sobre impeachment; Alcolumbre ignorou Guaxinim bêbado é encontrado desmaiado em loja de bebidas nos EUA Zambelli usa parecer contra cassação na Câmara em sua defesa na Itália PIB perde força e cresce 1,8% em um ano, menor avanço desde a pandemia