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Análise dos Times

São Paulo

Principal

Motivo: O artigo relata um fato envolvendo a diretoria do clube, sem glorificar ou criticar diretamente o time em campo ou suas performances esportivas.

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Palavras-Chave

Entidades Principais

São Paulo Julio Casares Conselho Fiscal Sérgio Pimenta Roberto Armelin

Conteúdo Original

Voz do Setorista: Eder Traskini explica gastos em cartão corporativo de Casares Uma investigação do Conselho Fiscal do São Paulo apontou que o ex-presidente Julio Casares somou quase R$ 500 mil em gastos pessoais no cartão corporativo durante sua gestão, conforme apurou o ge . Casares devolveu o dinheiro corrigido, mas apenas no segundo semestre do ano passado. Entre os gastos figuram salão de cabelereiro e lojas de grife. + Siga o canal ge São Paulo no WhatsApp Os dados vieram à tona após o Conselho Fiscal do clube solicitar os extratos do cartão corporativo utilizado por Casares. Desde o início de seu mandato, em 2021, a prestação de contas nunca havia sido feita ou solicitada por órgão algum dentro do clube. Assim, durante a grave crise financeira vivida pelo Tricolor nos últimos anos, que passou por momentos de atrasos salariais e convive até hoje com dificuldades em pagar os direitos de imagem, o ex-mandatário devia valores ao São Paulo . Mais do São Paulo : + Luciano vira dúvida para o próximo jogo + Clube pede rescisão com empresa de alimentação 1 de 1 Julio Casares, presidente do São Paulo — Foto: Joisel Amaral/AGIF Julio Casares, presidente do São Paulo — Foto: Joisel Amaral/AGIF O ge ouviu que não havia, até então, uma política que obrigasse que tais valores fossem devolvidos em prazo determinado. Foi apenas após o episódio e a devolução do dinheiro com juros e correção monetária que o clube criou a diretriz, por meio do diretor de compliance Roberto Armelin. A, até então, ausência da política de uso do cartão corporativo e a falta de fiscalização e cobrança pela devolução por parte do departamento financeiro do clube, dirigido por Sérgio Pimenta, desagradou diversas alas do clube e do Conselho Deliberativo. O ge também ouviu, por outro lado, que tal política não se faria necessária, pois o Código de Ética e Conduta do clube já teria orientação suficiente para balizar um uso consciente do cartão. Em média, o ex-presidente somava pouco mais de R$ 8 mil por mês em gastos pessoais no cartão corporativo do clube desde que assumiu a presidência. A reportagem procurou Julio Casares, mas não obteve resposta. Se o ex-mandatário decidir se pronunciar, a matéria será atualizada. O ge também procurou os diretores de Compliance e Jurídico, Roberto Armelin e Sérgio Pimenta, respectivamente. Armelin preferiu se manifesta via assessoria de imprensa do Tricolor. Pimenta não respondeu às tentativas da reportagem. Em contanto com o ge , o São Paulo se posicionou: "Com relação ao cartão corporativo disponibilizado ao então presidente, o departamento financeiro detectou a necessidade de um aprimoramento no processo de acompanhamento da utilização. Com isso, houve o ajuste dos processos e o ex-presidente realizou o reembolso dos valores, com adição de juros e correção monetária. Após o caso, houve a solicitação ao departamento de Compliance pela a elaboração de uma nova política de uso dos cartões, que passou a vigorar desde então". + Leia mais notícias do São Paulo 🎧 Ouça o podcast ge São Paulo 🎧 + Assista: tudo sobre o São Paulo no ge, na Globo e no sportv 50 vídeos