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Opinião Futebol Arnaldo: 'Saímos da Neymar dependência para a Matheus Cunha dependência' Do UOL, em São Paulo 30/03/2026 09h28 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Resumo A seleção brasileira trocou a dependência de Neymar por uma aposta quase exclusiva em Matheus Cunha como articulador do ataque de Carlo Ancelotti, avaliou Arnaldo Ribeiro no Posse de Bola , do Canal UOL . Para o comentarista, o esquema 4-2-4 só funciona na seleção porque Matheus Cunha consegue atuar no ataque e recompor o meio-campo, mas Ancelotti falha ao não testar alternativas. Arnaldo se disse decepcionado com o italiano, de quem esperava um meio-campo mais robusto. A gente saiu com o Ancelotti, isso que para mim é muito chocante, da Neymar dependência para Matheus Cunha dependência. É um pouco demais para mim. É essa a questão. Porque para esse esquema funcionar, esse esquema só foi pensado, imaginado e continua sendo adotado porque o Matheus Cunha está em plenas condições em todas as partidas. Até isola, pelo amor de Deus, não se machuca. Agora, nenhum outro jogador brasileiro, até agora, se mostrou capaz de fazer a função do Matheus Cunha, que é, no 4-2-4, não deixar o time dividido em dois, como o Neymar fazia lá na Copa passada com o Tite. Arnaldo Ribeiro Alexandre Borges Flávio Bolsonaro provocou, e o lulismo mordeu a isca Josias de Souza Kassab parece ter perdido o 'GPS político' Daniela Lima Lula não obrigará Alckmin a sair da vaga de vice Letícia Casado Aliados de Flávio projetam STF e Lula enfraquecidos O comentarista destacou que Ancelotti mantém a mesma ideia de jogo que falhou com seus antecessores. "A ideia de jogo continua sendo exatamente a mesma. Então, eu também me espanto, sinceramente, até agora, com uma única ideia de jogo testada até a Copa do Mundo." Arnaldo lembrou que ciclos vitoriosos do Brasil, como em 1994 e 2002, contaram com mudanças táticas decisivas durante o Mundial. Sai um cara mais ofensivo e entra um cara mais defensivo. Sai o Raí, entrou o Mazinho. Depois saiu o Juninho, entrou o Kléberson. Então, com Parreira e Felipão, durante a Copa, o Brasil, no mata-mata, se adaptou e aí conseguiu ganhar. Arnaldo Ribeiro Mauro Cezar Pereira também criticou a insistência de Ancelotti em um único sistema e cobrou alternativas ao 4-2-4. De fato, ele tem insistido nesse sistema de jogo. Realmente, eu acho que não é o mais aconselhável. Ele deveria testar diferentes formatos até para encontrar aquele que mais se adequa à sua realidade, dos jogadores que ele pode utilizar, com os quais ele pode contar. Uma coisa é você falar, meu sistema de jogo ideal é esse, a outra é o que você tem em mãos e se encaixa ou não. Mauro Cezar Veja horários das lives do UOL Esporte: Imagem: Arte/UOL Continua após a publicidade Imagem: Arte/UOL Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Mansão de R$ 19 milhões de Juju Salimeni tem salão de beleza e elevador Flávio Bolsonaro provocou, e o lulismo mordeu a isca Quem foi a mãe de Ana Paula, que morreu quando a sister tinha 16 anos Piquerez tem ruptura de ligamento, opta por cirurgia e preocupa para Copa Técnico da Holanda alerta Memphis sobre forma física às vésperas da Copa