Vasco acordou ontem com uma notícia que pode mudar o mapa financeiro do clube: a SOD Capital não tem mais a preferência nem a exclusividade de compra do potencial construtivo de São Januário, e o clube abriu concorrência para receber propostas de outras empresas. O valor estimado da operação passa de R$ 500 milhões, e tudo gira em torno do que acontecerá com o terreno e o futuro do estádio. [fonte 1]
No tom do dia, Fellipe Bastos defende Diniz e cobra maior poder de decisão dos jogadores: o grito de "Time produz" ecoa como solução para dar protagonismo dentro do Vasco e transformar promessas em resultados. Esse recado reforça que não é só questão de números, é de autonomia dentro do campo e nos bastidores. [fonte 1]
A diretoria fechou um acordo com a SOD Capital para a venda do potencial construtivo que poderia ser utilizado em terrenos na Barra da Tijuca; a prefeitura do Rio, representada por Eduardo Paes, acompanha tudo de perto porque a revitalização de São Januário interessa ao poder público. O objetivo é manter obras previstas, com orçamento estimado em R$ 800 milhões, para que o estádio volte a respirar o tamanho de sua história, ainda que o valor final não seja definitivo. A principal fonte de receita projetada para sustentar a parceria é a venda dos naming rights do estádio, entre outras possibilidades. Enquanto isso, o Vasco avalia possibilidades de jogar no Estádio Nilton Santos durante as obras, em paralelo a conversas com o Botafogo. [fonte 1]
Foi um dia de ritmo tático: planejamento, política, investidores e torcida de olhos abertos para o futuro de São Januário. O que fica claro é que o clube busca viabilizar a revitalização pela venda do potencial construtivo, mantendo o foco na viabilidade financeira e no protagonismo que pode vir da parceria com o setor privado. [fonte 1]
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