A Fifa aprovou uma reforma em seu regulamento para permitir que jogadoras afegãs representem o Afeganistão em competições oficiais, contornando a proibição do Talibã. A nova determinação reconhece o grupo Afghan Women United, formado por atletas exiladas, como apto a representar a nação em circunstâncias excepcionais. A medida visa proteger atletas de situações políticas e garantir a universalidade e não discriminação no esporte.
Jogadoras da seleção feminina afegã, agora como 'refugee team' (Afghan Women United), retornam aos gramados em torneio reconhecido pela Fifa após fuga do Talibã. A iniciativa, fruto de pressão internacional, levanta discussões sobre direitos humanos e o papel do esporte diante de regimes opressores, com a Fifa apoiando a modalidade no exílio.