Ontem o São Paulo colocou a pauta de renovação da parceria com a New Balance no centro do dia, buscando um contrato até março que se estenda até 2032, mantendo o modelo atual com valorização pelo tempo de duração e royalties.
O novo presidente do clube, Harry Massis Júnior, tentava levar a matéria aos conselhos de Administração e Deliberativo, em meio à grave crise institucional que culminou no pedido de renúncia de Julio Casares [fonte 1].
A assinatura manteria a exclusividade da marca para o estado de São Paulo, mesmo após o Grêmio ter passado a vestir a marca americana no Brasil, sinalizando um foco local na parceria [fonte 1].
O acordo, que já vinha sendo discutido sob a gestão Casares, prevê uma evolução considerável no valor anual do patrocínio, mantendo o modelo com royalties e longevidade do vínculo [fonte 1].
Também há menção ao conteúdo de mídia associada, com a possibilidade de acompanhar o Paulistao 2026 na HBO Max, reforçando a relação entre clube, patrocinadores e plataformas [fonte 1].
Em meio a esses movimentos, o torcedor percebe uma combinação de turbulência institucional e expectativa de retorno financeiro, capaz de moldar a temporada e a relação com a fornecedora para além de 2032 [fonte 1].
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