O dia de ontem ficou marcado pela crise interna no SPFC, com sinais de alerta que já pairavam sobre o Brasileirão e que o noticiário valorizou como um verdadeiro romance de bastidores sem final previsível [fonte 1].
Renan Teixeira e Paulo Massini, no Fim de Papo, apontaram que o trabalho de Hernán Crespo pode ser encerrado em breve, pois os diretores do São Paulo não têm apoiado publicamente o treinador, reforçando a sensação de desgaste interno e dúvidas sobre o futuro técnico [fonte 1].
A narrativa interna contradiz o discurso oficial: o presidente afirma que o time é "incaível", enquanto o treinador prega uma luta árdua por pontos, sendo dito que a meta é chegar aos 45 pontos, em meio à substituição de cargos com a chegada de Rafinha como gerente de futebol, que, segundo a leitura dos comentaristas, não resolve sozinho a falta de alinhamento [fonte 1].
No duelo contra a Portuguesa, Crespo aparece sob a lente de quem avalia estratégias que não encaixaram, e a presença de Rafinha deixa o dia com a impressão de que mudanças estruturais podem estar em curso, ainda que a convivência entre diretoria e comissão técnica permaneça tensa e pouco harmônica [fonte 1].
À medida que o Brasileirão se aproxima, a fala sobre brigar por título convive com a crueza de uma realidade que aponta para uma crise que não se resolveu com promessas, reforçando a ideia de que o trabalho de Crespo acabou, mas ninguém avisou ainda — pelo menos não entre quem deveria decidir os passos do clube [fonte 1].
Que o dia termine com a torcida esperando por uma clareza que ainda não chegou, e com a certeza de que o SPFC precisa de um alinhamento urgente entre quem manda e quem veste a camisa, para que não se repita a sensação de estar em marcha lenta no maior palco do futebol nacional.
Palmeiras
Flamengo
São Paulo
Corinthians
Atlético-MG
Athletico-PR
Bahia
Botafogo
Bragantino
Cruzeiro
Cuiabá
Fluminense
Fortaleza
Goiás
Grêmio
Internacional
Juventude
Santos
Vasco
Vitória