Ontem o dia mostrou dois cenários para o São Paulo: no campo, a Copinha feminina acenou com a possibilidade de mais uma taça começar no Canindé, com o Tricolor enfrentando o Grêmio pelas quartas de final às 15h (de Brasília). A transmissão ficou com a Gazeta, Gazeta Esportiva e o YouTube Gazeta, com Record News também acompanhando o desdobrar da história [fonte 1, fonte 2] [fonte 1, fonte 2]. O São Paulo chegou às quartas com 100% de aproveitamento na fase de grupos — goleou Remo por 5 a 0, venceu América-MG por 3 a 2 e fechou com 1 a 0 sobre o Red Bull Bragantino.
Mas o dia não ficou só no campo. Do outro lado do Morumbi, a novela do departamento médico dominou o noticiário: a temporada trouxe 71 ausências de jogadores por problemas físicos segundo o UOL, enquanto o próprio DM aponta 49 casos. O médico nutrólogo Eduardo Rauen prescreveu Mounjaro a dois atletas, com o medicamento vindo de fornecedor externo e embalada/o em inglês, gerando debates sobre ética, integração e protocolos. O clube respondeu com demissões e reformulações para 2026, criando a Divisão de Excelência Médica (DEM) e planejando um ambulatório de medicina regenerativa; o TecFut chegou ao CT da Barra Funda para apoiar a mudança, enquanto Moisés Cohen, médico externo, aparece como contraponto técnico nessa fase de transição. Continua após a publicidade [fonte 2] [fonte 2].
Entre os bastidores, a hierarquia não ficou imune aos atritos: o Conselho de Notáveis — criado em 2021 para modernizar a estrutura médica — acabou renunciando coletivamente em 2022, em meio a disputas que envolveram Kaká e Turíbio Leite de Barros. A carta de renúncia chegou a Casares, sem divulgação oficial, sinalizando que a política interna ecoa até a medicina do clube. Desde então, o São Paulo segue reformulando a área, com renovações de equipamentos, a criação da DEM e a aposta em autonomia para a gestão de 2026. Continua após a publicidade [fonte 2] [fonte 2].
Mesmo com a instabilidade interna, o clube mantém olhar externo: Moisés Cohen atua como referência na reabilitação, e a parceria com instituições como a Escola Paulista de Medicina segue em desenvolvimento, com o objetivo de alinhar ciência e prática para 2026 — um retorno à ideia de ser referência em tratamento de lesões. A narrativa de ontem, portanto, foi de Copinha com brilho e de uma crise que promete redefinir o DNA médico do Morumbi. [fonte 2] [fonte 2].
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