Ontem o dia foi dedicado a uma viagem pela memória tricolor, uma crônica esportiva que mostra o Fluminense como fio condutor de uma Copa do Mundo atravessando gerações. A matéria reúne 25 convocados do Flu para Copas, uma constelação de zagueiros, atacantes e meias que vestiram a amarelinha ao redor do globo, lembrando que a Seleção Brasileira viaja para a Filadélfia sem Neymar para o jogo contra o Haiti. [fonte 1] fonte 1.
Entre os nomes que abriram o arquivo histórico aparecem Altair, Batatais e Branco, três páginas distintas da mesma história tricolor. Altair foi para as Copas de 1962 e 1966 como jogador do Flu, Batatais atuou pela França em 1938 e Branco brilhou em 1986 e 1994, quando foi protagonista em momentos decisivos da trajetória do Brasil na competição. [fonte 1] fonte 1.
Castilho, o goleiro lendário do Flu, defendeu o Brasil em 1950, 1954, 1958 e 1962, consolidando-se como uma das figuras mais marcantes da história do clube em Copas. Didi também está na lista, tendo ido à Suíça em 1954 como jogador do Flu, deixando marcas no estilo de jogo que o time carregou por décadas. [fonte 1] fonte 1.
Rivellino surge como ídolo do Flu, convocado para a Copa da Argentina em 1978, e outros nomes aparecem para completar o mosaico: Preguinho em 1930, Marco Antônio com as Copas de 1970 e 1974, Tim e Jair Marinho, além de Marco Antônio, que esteve entre as convocações da equipe ao longo de várias fases. [fonte 1] fonte 1.
Fred, presente em 2014, figura como a ponte para a geração recente, completando a lista de uma relação que também cita casos como Djalma Santos e Nilton Santos, junto a Zagallo, o técnico citado na edição, que orientou escolhas e debates da época. A reportagem, ao percorrer esse mosaico de épocas, reforça o peso histórico do Flu na seleção e na história do futebol brasileiro. [fonte 1] fonte 1.
No fim das contas, o dia termina com o clamor de que o Flu não é apenas clube, mas uma linha do tempo sobre a presença do Brasil no cenário mundial — um lembrete de que a cidade de Filadélfia ficou com uma parte da memória dos Gigantes de Belém da atual geração, conectada por meio de nomes como Neymar, Didi, Rivellino, Castilho e tantos outros, todos lembrados nessa narrativa. [fonte 1] fonte 1.
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