Flamengo e Lanús começam a decidir nesta quinta-feira a Recopa Sul-Americana, a décima edição da batalha Brasil x Argentina pela competição. O histórico aponta equilíbrio: são nove finais até aqui, com o Brasil somando 5 títulos contra 4 dos argentinos. Flamengo, curiosamente, ainda não encarou rival argentino na Recopa; o Lanús já disputou com o Atlético-MG em 2014 e perdeu. Relembre também o passado recente: o rubro-negro venceu o Independiente del Valle em 2020 por 5 a 2 no agregado e caiu nos pênaltis em 2023, diante dos equatorianos. [fonte 1].
Além do jogo em si, o dia trouxe uma discussão provocativa sobre Vinicius Júnior e o peso do racismo na percepção do público. A coluna de Juca Kfouri questiona a leitura rotineira de gestos e o que significa chamar alguém de macaco, enquanto o tema de populismo volta a ganhar espaço na torcida rubro-negra e no debate esportivo em geral. A polêmica não apaga o brilho do Flamengo, mas ilumina como a relação entre clube, torcida e mídia é parte da mesma história que embala a Recopa. [fonte 2].
Às vésperas da primeira bola rolar, o Flamengo encerrou o dia com o treino no CT Casa Amarilla, do Boca Juniors, na cidade de Buenos Aires, perto da Bombonera. O local, que abriga campos profissionais, vestiários e moradia para a base, ganha contexto adicional ao lado da casa azul e amarela do rival argentino. Filipe Luís terá a última chance de testar opções para o jogo, enquanto Jorginho, Saúl e Wallace Yan aparecem como desfalques. O Boca projeta transformar o espaço em uma casa de luxo para várias modalidades, com direito a um mini estádio para torcedores e uma academia de última geração. [fonte 3].
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