O artigo questiona o modelo de transporte utilizado pelas equipes de base que disputam a Copa São Paulo de Juniores, destacando os riscos envolvidos em viagens longas de ônibus após um acidente fatal. O autor sugere que a Federação Paulista de Futebol, dada sua riqueza financeira, poderia oferecer transporte aéreo para essas delegações, contrastando com os altos valores pagos aos clubes maiores no campeonato estadual.