Ontem o Corinthians ocupou as manchetes com uma memória que atravessa décadas: a Democracia Corinthiana, esse espírito de time que nasceu para que a torcida entrasse em campo junto. [fonte 1]
A pauta do dia, contudo, não ficou só na memória: o clube encara o desafio de manter vivo o tabu de vencer o Coritiba em Itaquera, algo que não acontece desde 2011, com retrospecto de 18 jogos, 12 vitórias e 6 empates. [fonte 2]
Entre os bastidores, Dorival Júnior mostrou que o trabalho é coletivo: convenceu a diretoria a segurar André diante de uma proposta de 17 milhões de euros por 70% do passe; o clube estipulou 25 milhões de euros como preço mínimo. [fonte 3]
O Timão também lançou o Censo do Timão, uma iniciativa para entender melhor quem é a torcida que move o clube dentro e fora das arquibancadas. [fonte 3]
No campo das novidades, Zakaria Labyad surge como principal reforço para enfrentar o Coxa: já está relacionado para a partida e já recebeu o apelido de "Zaka" entre os companheiros. [fonte 5], [fonte 6]
O meia, que pode atuar como meia-armador, segundo atacante ou aberto pelos lados, assinou contrato até o fim do ano, com renovação automática caso metas sejam atingidas. Zakaria Labyad também já foi batizado com o apelido entre colegas, reforçando a integração ao elenco. [fonte 6]
Por outro lado, Lingard ainda não teve a documentação regularizada e ficará fora da estreia; Yuri Alberto e Kaio César seguem fora, enquanto o time avalia retornos. [fonte 5], [fonte 6]
O duelo entre Corinthians e Coritiba está marcado para 11 de março de 2026, às 21h30 (de Brasília), na Neo Química Arena, com transmissão pela Globo e Premiere. [fonte 4]
No fim do dia, fica a sensação de que o Corinthians é uma construção coletiva, uma obra do povo que não envelhece, lembrada pela memória da Democracia Corinthiana. [fonte 1]
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