Foi um dia de planejamento adiantado no Botafogo: Martín Anselmi foi anunciado como novo técnico para 2026, com contrato de duas temporadas, e a apresentação está marcada para o dia 4 de janeiro, sinal claro de que o clube quer começar o próximo ano com as ideias já claras [fonte 1], [fonte 2].
Na Libertadores, o Botafogo encara a altitude da Bolívia contra o Nacional Potosí na fase preliminar: o jogo de ida está marcado para 18 de fevereiro, às 21h30, e o duelo de volta ocorre no Nilton Santos, em RJ, depois de o Nacional Potosí vencer a Copa da Bolívia para carimbar a vaga na fase de grupos. A altitude de Potosí impõe o grande desafio ao Glorioso [fonte 2].
Internamente, 2025 ficou marcada por lesões e mudanças: o clube viu o DM ganhar contornos dramáticos, a demissão do preparador Luca Guerra e a saída de Davide Ancelotti, que sinalizou que a permanência dependeria de ajustes na fisiologia do elenco [fonte 3].
Do lado da gestão, Anselmi aparece como aposta de planejamento: o Botafogo Way é mencionado como referência para o trabalho, com propostas de jogo intenso e variações táticas, enquanto a direção destaca o perfil direto e a transparência do argentino, que prometeu começar a temporada já alinhado com a visão da SAF [fonte 4].
Na retrospectiva 2025, o Botafogo viveu um ano de instabilidade: mudanças de elenco, saídas de Luiz Henrique e Almada, um número expressivo de lesões e uma temporada que acabou trafegando entre Libertadores e Copa do Brasil, com tensões nos bastidores envolvendo a Eagle/SAF e movimentações de ativos. O clube encerrou o ano com planos para 2026 já em curso, inclusive com o anúncio da chegada de Anselmi e a busca por manter a equipe competitiva apesar de tensões internas e dificuldades financeiras [fonte 5].
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