A Fórmula 1 introduzirá um combustível 100% renovável em 2026, com o objetivo de alcançar neutralidade de carbono até 2030. Essa mudança, apesar de sustentável, eleva significativamente os custos operacionais das equipes, com um litro custando entre US$ 170 e US$ 300, resultando em despesas anuais bilionárias para o grid.