Um relatório da Sport & Rights Alliance acusa a Fifa de priorizar receitas recordes em detrimento dos direitos humanos durante a Copa do Mundo de 2026, sediada em Estados Unidos, Canadá e México. O documento aponta tratamento discriminatório contra torcedores e jornalistas, restrições de vistos e barreiras migratórias, além de criticar a concessão do Prêmio da Paz a Donald Trump. A Fifa respondeu reconhecendo preocupações, mas afirmou ter orgulho dos resultados do torneio.