O artigo explica como a tecnologia é usada na Superliga de vôlei, tanto na preparação dos atletas quanto na operação das partidas. Times como Minas, Sesi-Bauru, Campinas e Osasco utilizam sensores de salto, sistemas de luzes reativas, radares de velocidade e plataformas de análise de desempenho para aprimorar resultados e prevenir lesões. A CBV também emprega um sistema integrado de estatísticas em tempo real durante os jogos.