Flamengo e Fluminense, por meio do consórcio Fla-Flu Serviços que administra o Maracanã, criticaram a decisão judicial que liberou o estádio para o Vasco receber o Boca Juniors na semifinal da Copa Sul-Americana. A concessionária classificou a decisão do desembargador Marco Antônio Ibrahim como 'teratológica e juridicamente insustentável', alegando prejuízos ao gramado, quebra de segurança jurídica e ruptura com seis decisões anteriores. A partida foi marcada para 20 de outubro.