A influenciadora chinesa Sun Yuanyuan foi desclassificada da Maratona de Berlim após ser flagrada usando uma bicicleta durante parte do percurso. A OMTIU identificou irregularidades nas parciais de ritmo da prova e a atleta admitiu a fraude em pedido público de desculpas. Além da punição esportiva, Sun perdeu a parceria comercial com a Brooks China.
A etíope Tigst Assefa venceu a Maratona de Berlim e conquistou seu terceiro título na prova, mas perdeu a chance de quebrar o recorde mundial feminino devido a cãibras nos quilômetros finais. Ela terminou em 2h11min04s, acima da marca de 2h09min56s da queniana Ruth Chepngetich. Na prova masculina, o também etíope Guye Adola foi o vencedor com 2h02min50s.