O Sesc-DF e a UNESCO iniciaram, em Paris, a elaboração de uma parceria para criar em Brasília um projeto-piloto internacional de inclusão social pelo esporte. A iniciativa, vinculada ao programa global Fit for Life, focará em meninas, mulheres e pessoas com deficiência, com apoio de parceiros como o Comitê Paralímpico Internacional e a Special Olympics. Se os resultados forem positivos, a experiência brasileira poderá ser replicada em outros países.
A Ucrânia acusa o Comitê Paralímpico Internacional (IPC) e os organizadores de Milão-Cortina 2026 de "pressão sistêmica" sobre sua delegação. O Comitê Paralímpico Nacional ucraniano relatou "tratamento abertamente negativo", incluindo a retenção de bandeiras e lenços de familiares de um atleta e a exigência de remoção de brincos com a inscrição "Pare a Guerra" antes de uma cerimônia de pódio. O IPC, por sua vez, expressou surpresa com as declarações e afirmou que as regras visam um ambiente respeitoso, sendo aplicadas a todas as delegações.