A Ucrânia acusa o Comitê Paralímpico Internacional (IPC) e os organizadores de Milão-Cortina 2026 de "pressão sistêmica" sobre sua delegação. O Comitê Paralímpico Nacional ucraniano relatou "tratamento abertamente negativo", incluindo a retenção de bandeiras e lenços de familiares de um atleta e a exigência de remoção de brincos com a inscrição "Pare a Guerra" antes de uma cerimônia de pódio. O IPC, por sua vez, expressou surpresa com as declarações e afirmou que as regras visam um ambiente respeitoso, sendo aplicadas a todas as delegações.