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No futebol feminino, o Cruzeiro chegou à quarta-feira com a semifinal continental como promessa e prova: diante do Olimpia, buscava transformar uma estreia já marcante em vaga na decisão. Ana Flávia chamou a possibilidade de “sonho” e pediu garra; Jonas Urias, por sua vez, destacou a coesão de um time que marcou 11 gols e sofreu apenas um até ali. A campanha do Cruzeiro, invicta, dava razão à esperança — mas a vaga ainda precisava ser conquistada em campo. [ ] [ ] No masculino, o clássico contra o Atlético-MG ocupou o horizonte como daqueles jogos que valem mais do que os três pontos: a vitória poderia abrir espaço no G4, e o Cruzeiro teve mais tempo de preparação que o rival. Artur Jorge ganhou o retorno de João Marcelo e a disponibilidade de Arroyo; Kaio Jorge, a um gol de alcançar Ronaldo Fenômeno na artilharia histórica celeste, carregava também uma marca pessoal para o duelo. [ ] [ ] [ ] Enquanto a bola não rolava, havia outra expectativa no ar: Zé Lucas, Otávio e Jonathan Jesus estavam na pré-lista de Carlo Ancelotti para a Seleção Brasileira, e o clube não pretendia barrar uma eventual convocação. O noticiário também olhou para o futuro financeiro: Kaio Jorge e outros nomes valorizados podem atrair propostas, num mercado em que o Cruzeiro reconhece a necessidade de vender, mas tenta preservar o valor de seus ativos. [ ] [ ] [ ] Nos bastidores, o Campeonato Mineiro de 2027 ganhou novo formato, mas não unanimidade: Bruno Spindel explicou por que o Cruzeiro preferia manter 11 datas e final única, embora respeitasse a decisão coletiva. E, entre balanços menos administrativos, Artur Jorge admitiu que ainda remoía as eliminações nas copas — autocrítica sem esconder a ambição de alcançar a vaga na Libertadores pelo Brasileirão. [ ] [ ]