🔎 ou veja todas as análises já realizadas

Análise dos Times

Flamengo

Principal

Motivo: O autor critica erros de arbitragem que prejudicaram o Flamengo, mas foca nos erros de finalização e 'tripudiar' do time rubro-negro como causadores da não vitória.

Viés da Menção (Score: -0.4)

Motivo: A análise sobre o Estudiantes é menos aprofundada, focando mais na sua postura defensiva e na oportunidade de buscar o resultado com a expulsão de um jogador do Flamengo.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

libertadores flamengo estudiantes pedro andres rojas samuel lino saul ñíguez gonzalo plata facundo rodríguez

Conteúdo Original

Um gol a 15 segundos de partida, outro aos oito minutos. Mal começou o jogo e o Flamengo vencia por 2 a 0. Disposto a se defender, o Estudiantes se viu no buraco pouco depois do apito inicial. Apito que adiante se transformaria na ferramenta por intermédio da qual o apitador Andres Rojas mudaria os rumos do confronto. Toda indignação rubro-negra é pertinente, sem dúvida alguma. Os cartões a Saul Ñíguez e Samuel Lino em intervalo de oito minutos, ainda no primeiro tempo, chamaram a atenção. Faltas mais duras dos jogadores da equipe argentina não geraram advertências. Lino pediu penalidade máxima em lance ignorado pelo árbitro e VAR, também na etapa inicial. Como ignorado foi o pênalti de Facundo Rodríguez, que abriu o braço na área e desviou a trajetória da bola. Na sequência, o mesmo jogador chutou o pé de Gonzalo Plata, e o árbitro colombiano deu cartão amarelo para o rubro-negro, o segundo na partida, expulsando-o. Uma série de absurdos. Nesse cenário o Estudiantes obteve domínio. E com um homem a mais após ver um pênalti contra si virar expulsão do adversário, buscou o tento que reduziu para um gol sua desvantagem no confronto. Mas nada disso teria ocorrido se o Flamengo definisse o duelo quando teve chance. Pedro, principalmente, e Plata desperdiçaram claras oportunidades ainda na etapa inicial. Puro preciosismo. Já no segundo tempo, do nada o centroavante deu passe de letra para Samuel Lino. Com que objetivo, tripudiar o adversário? Motivar o oponente conm tentativas tolas de esculacho? Dizem que a Libertadores não aceita desaforos. Não mesmo. Contudo, ela aceita arbitragens como a da noite de quinta-feira no Maracanã. Os jogadores do Flamengo já deveriam ter aprendido tal lição.