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Futebol Flamengo às vezes precisa jogar feio, diz Raisa Simplicio após tropeço Do UOL, em São Paulo 09/10/2026 00h56 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× O Flamengo precisa, em alguns momentos, abandonar o risco e "jogar feio" para não transformar vitórias em sufoco, disse Raisa Simplicio no Fim de Papo , do Canal UOL. O debate partiu do empate depois de o time abrir 2 a 0 contra o Santos e, na leitura da comentarista, deixar "dois pontos" pelo caminho. Ela apontou o lance que terminou em pênalti como símbolo do problema. Às vezes o que a gente precisa é jogar feio, é dar chutão para frente se tiver que dar chutão para frente. E a situação que o Rossi se encontrava naquele momento era uma situação que ele poderia muito bem ter dado um chutão para frente. Ele toca a bola na fogueira para o Jorginho e acontece tudo o que aconteceu. Depois foi uma falha e, a partir dali, o Flamengo entra em colapso mentalmente, apaga do jogo e teve sorte de não ter sofrido a virada. Raisa Simplicio A Hora A máquina de fabricar candidatos no Rio Mauro Cezar Rossi é, inexplicavelmente, intocável do Flamengo Tony Marlon Adultos falham ao aplaudir criança com arma Lilian Cintra de Melo A violência digital entre adolescentes Raisa disse que a equipe repete um roteiro na temporada ao "dificultar jogos que num primeiro momento parecem que são fáceis". Ela citou partidas em que o Flamengo abriu vantagem e, ainda assim, terminou sob pressão, o que aumenta a preocupação para a reta decisiva. Renan Teixeira concordou que a cobrança existe, mas afirmou que o elenco tem bagagem para lidar com ela. Para ele, o problema passa por uma leitura de superioridade em certos momentos, mais do que por nervosismo. A pressão tem, mas são todos jogadores muito experientes, muito acostumados com esse tipo de exigência. Mas eu acho que o Flamengo, muitas vezes, não é acomodação; é soberba, muitas vezes, porque a circunstância do jogo de hoje faz a torcida sofrer mais ainda. Você faz 2 a 0 fora de casa e cede o empate? Dói mais. Aí a cobrança fica muito maior. Renan Teixeira O ex-jogador também apontou uma característica do goleiro Rossi na saída curta e disse que ele "nunca faz o mais simples" para tirar o perigo. A avaliação se conectou à crítica central: em um jogo controlado, o Flamengo escolheu o risco e abriu a porta para a reação santista. Outro ponto do debate foi a condução do banco após a expulsão de Jorginho. Renan questionou a opção por manter mudanças ofensivas, e Raisa afirmou que a escolha aumentou a exposição do time num cenário já desfavorável. Eu acho que foi um erro. O Flamengo tomou o primeiro gol do Santos, teve um jogador expulso; como é que ia jogar no contra-ataque? Poderia ter jogadores em campo que segurassem mais a bola, tentassem mais trocar passe, porque qualidade esse time do Flamengo tem para fazer isso. Então acho que foi muito arriscada essa substituição. Raisa Simplicio Continua após a publicidade Na sequência do lance, Raisa lembrou que Luiz Araújo acabou cometendo o pênalti e disse que a jogada teve mérito do Santos, "do trabalho do Cuca", mas também "bobeira" do Flamengo. Ela afirmou que, até ali, a repercussão maior estava na arbitragem e nos "moles" do time, mas manteve a crítica ao treinador. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Da vaidade à 'paz pela força': por que Trump não ganhou o Nobel da Paz Palmeiras volta a depender de si e ainda poupa de olho em Dérbi e Liberta Flávio Bolsonaro abre 2º turno na frente de Lula, mas rejeição segue alta Na volta ao rádio, Flávio destaca apoios; Lula cita riscos se rival vencer O homem que me estuprou no ano em que Campopiano nasceu pensava igual a ela