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Análise dos Times

Vasco

Principal

Motivo: Artigo defende o direito do Vasco de jogar no Maracanã e destaca que todos ganham com a partida no estádio.

Viés da Menção (Score: 0.5)

Motivo: Citado como concessionário do Maracanã e em exemplo histórico de turismo; sem tom favorável ou contrário direto.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Menções neutras como co-concessionário do estádio e semifinalista da Libertadores.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Apenas citado como adversário do Vasco na semifinal, sem qualquer avaliação de desempenho.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Citado apenas como adversário do Flamengo na semifinal da Libertadores.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Citado como adversário do Fluminense e presença de torcida no aeroporto, sem avaliação.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Fluminense Vasco Grêmio Flamengo Estudiantes Libertadores Palmeiras Maracanã Boca Juniors Rio de Janeiro Conmebol Verônica

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte O depoimento de uma comerciante rubro-negra sobre o Vasco no Maracanã Paulo Vinicius Coelho (PVC) Colunista do UOL 15/10/2026 12h19 Deixe seu comentário Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Verônica é funcionária de um dos quiosques do Maracanã, contrato com a Valeu Cathering, que serve cervejas, refrigerantes, salgadinhos e o cachorro-quente Geneal. Trabalha no maior palco do futebol mundial, concedido à administração de Flamengo e Fluminense. Também em São Januário e Nílton Santos. Na noite de quarta-feira, Verônica ainda estava aflita com a informação sobre Vasco x Boca Juniors ser ou não ser no Maracanã, na terça-feira que vem. "Sou rubro-negra, mas acho que o Vasco tem o direito de jogar aqui." Do ponto de vista contratual, ainda que possa haver leituras distintas de juízes e desembargadores diferentes, Verônica tem razão. O Maracanã pertence ao Estado do Rio de Janeiro e está concedido à dupla Fla-Flu com obrigações de liberação para outros clubes mediante condições técnicas a serem apreciadas. Não há, portanto, insegurança jurídica causada por uma decisão de liberar o uso a outro clube. O contrato já prevê esta possibilidade. Marcela Mattos Apoio antecipado a Motta é reação do centrão ao PL Josias de Souza Lula deixa defensiva; Flávio tem que ralar sem folga Mônica Bergamo Pacheco volta a ganhar força para o STF Gustavo Miller Qual é o preço de um influenciador isentão? Verônica se apega a outra questão: "Para mim, é muito bom. São 70 mil pessoas e elas já compraram ingressos. É mais um dia de trabalho para mim e para minha equipe. Todos vão ganhar com o Vasco jogando no Maracanã" Há pontos que extrapolam questões clubísticas ou contratuais. Com 70 mil ingressos vendidos, deixa de ser um evento do Vasco ou da Conmebol. Passa a ser um evento da cidade do Rio de Janeiro, capital do Estado, proprietário do estádio. A cada semifinal deste tipo, entre 20 e 27% do público é de turistas. Flamengo 5 x 0 Grêmio, em 2019, registrou 19 mil dos 70 mil presentes vindo de outros lugares do Brasil: Florianópolis, São Paulo, Brasília, Manaus, Belém, Salvador, Porto Alegre. Vai ser assim em Flamengo x Estudiantes, quinta-feira, dia 22. Também em Vasco x Boca Juniors. Entrar no aeroporto nos três dias desta semana, para o Fluminense na semifinal da Libertadores, faz ver no aeroporto Santos Dumont tricolores e palmeirenses de Conceição do Araguaia (PA), de Brasília, Salvador, Minas Gerais, Paraná. Há caravanas programadas para sair de Santa Catarina para ver o Vasco contra o Boca. Quem vive e trabalha no Rio nestes dias vive o jogo, mesmo sem gostar de futebol. Motoristas de táxi, de uber, recepcionistas de hotéis, balconistas em aeroportos, quiosques nas praias, restaurantes na zona sul, na Tijuca, todo mundo de alguma forma vive e ganha dinheiro por causa de um jogo deste tamanho. As frases de Verônica não estão entre aspas, porque a conversa foi informal, É um retrato de quem ganha o pão de cada dia no Rio de Janeiro. Para ela, para sua equipe, para a cidade e para o Estado, os jogos destas duas semanas, Vasco x Boca Juniors, Flamengo x Estudiantes, Fluminense x Palmeiras são muito importantes. O Maracanã foi construído para isso e o Vasco não vai jogar lá todos os dias. Nem a NFL vai ter lá todo dia. Há coisas que ultrapassam as fronteiras dos clubes. Invadem, silenciosamente, as vidas das pessoas. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Paulo Vinicius Coelho (PVC) por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Pesquisa Palver para presidente no 2º turno: veja intenções de voto para Lula e Flávio Alckmin defende redução da maioridade penal para 16 anos em casos de crimes graves Vídeo mostra jovem sendo arrastada por enxurrada na zona norte de SP Rafael Câmara é confirmado na Haas em 2027, e Brasil terá 2 pilotos na F1 A aterradora troca de mensagens entre o diretor da Globo e Daniel Vorcaro