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Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Temporada 2025 do Palmeiras mostra a falta de repertório de Abel Ferreira Mauro Cezar Pereira Colunista do UOL, em Lima, Peru. 30/11/2025 12h06 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Siga o UOL Esporte no Carregando player de áudio Ler resumo da notícia O Palmeiras protagonizou um festival de chutões, inúmeras tentativas de lançamentos para os atacantes, na final da Libertadores da América em Lima. Time qualificado, elenco forte, caro, com investimentos elevados, mas de futebol pobre. Houve, sim, um misto de deslumbramento fácil e boa vontade de parte da mídia quando o time palmeirense fez alguns bons jogos contra Internacional, River Plate, na Argentina; e Fortaleza. Período curto e enganoso, para os apressados. Fato é que a equipe não evoluiu, mas regrediu a olhos vistos, com 0,11% de aproveitamento nos seis últimos cotejos. Os atletas disponíveis rendiam menos do que podem. Motivo? A maneira como a equipe atua, em desacordo com o perfil técnico de bons nomes incorporados ao grupo. Casagrande O Fortaleza tem tudo para fugir do rebaixamento Lara Mesquita Alguns políticos dão valor secundário à democracia Milly Lacombe Posição do Corinthians no Brasileiro é um milagre Sakamoto A melhor notícia para Lula na semana que passou Chutão como estratégia. pic.twitter.com/55LgGpOMQy -- Mauro Cezar (@maurocezar) November 30, 2025 Os méritos do Palmeiras na gestão do atual treinador passam por dedicação, concentração e competitividade. Ele mereceu os elogios recebidos após os triunfos derivados de pelejas nas quais seu time se superou e venceu em momentos importantes. Mas a chegada de nomes de outro perfil exigia novas propostas de jogo, variação, mais posse de bola e construção de jogadas, com menos chutões. Contudo, o campo mostra que a comissão técnica não é capaz de fazer a equipe atuar assim, falta sintonia. A saída de Allan logo após o gol do Flamengo foi a confirmação da evidente falta de repertório. O treinador sacou o atleta que dribla, abre defesas, cria com a bola no chão para encher a área oponente com jogadores à espera de bolas aéreas. De que adianta ter Raphael Veiga, Maurício, Felipe Anderson, Allan, Flaco López, Vitor Roque, Piquerez, Sosa, Andreas Pereira se a bola é, insistentemente, lançada a esmo pelos zagueiros, para a correria dos atacantes em meio aos zagueiros adversários? Siga Mauro Cezar no X Continua após a publicidade Siga Mauro Cezar no Instagram Siga Mauro Cezar no Facebook Inscreva-se no Canal Mauro Cezar no YouTube Siga Mauro Cezar no Threads Siga Mauro Cezar no BlueSky Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Mauro Cezar Pereira por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora O futebol precisa de mais 'viados' e menos Abel Braga O incrível Fortaleza de Palermo tem tudo para fugir do rebaixamento Foragido, Ramagem desafia Moraes a enviar pedido de extradição aos EUA Lula vê isenção do IR como 14º salário e fala em comprar TV maior para Copa Mãe destituída e esquizofrenia: a história trágica do jovem morto por leoa