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Opinião Futebol Eudes Jr.: Começo de Diniz no Corinthians chama atenção; não vemos saidinha Do UOL, em São Paulo 01/05/2026 15h03 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 O começo de Fernando Diniz no Corinthians chama a atenção por juntar invencibilidade com um time mais competitivo nas disputas e sem sofrer gols, avaliou o colunista Eudes Junior no De Primeira , do Canal UOL. O comentarista disse ver diferenças em relação a outros trabalhos do treinador, conhecido por um estilo mais "autoral". Para ele, além da sequência, o time tem mostrado intensidade e pragmatismo em alguns momentos do jogo. São sete jogos, muito pouco tempo ainda. De qualquer maneira, comparando este começo do Diniz com outros, chama a atenção o fato de o Corinthians não sofrer gols e essa quantidade de disputas vencidas. Daniela Lima Bolsonarismo e centrão dão munição a contra-ataque José Fucs A rejeição de Messias 'lavou a alma' da oposição Milly Lacombe Delírio do Dinizismo nasceu para o Corinthians Mauro Cezar Arrascaeta ainda não está fora da Copa do Mundo Aquele gol [ o segundo na vitória por 2 a 0 sobre o Peñarol ] não foi só o Lingard que ganhou a bola; o Yuri Alberto também ganhou no corpo. Foram duas divididas que o Corinthians ganhou para sair o gol do Lingard, primeiramente com ele e depois o próprio Yuri Alberto. Os dois voltam e eles ali na frente no gol do Corinthians disputaram uma jogada para vencer. Há uma diferença aí. E estamos vendo uma novidade: não tem aquela saidinha de bola também. Eudes Júnior Gabriel Sá concordou que o time "vem muito bem" na Libertadores e avaliou que o jogo contra o Peñarol foi "prazeroso de assistir", com dinâmica e padrão. Na Libertadores, de fato, o Corinthians vem muito bem. Fez uma partida muito boa ontem. É um jogo prazeroso de assistir, porque ele é dinâmico e tem um certo padrão. É um time organizado praticamente defensivamente também, não sofre gols. Até me faltou palavra para o Bidu, porque foi um jogo muito bom dele. Gabriel Sá Fábio Lázaro disse que o Corinthians já mostra "a cara do técnico Fernando Diniz" em um ponto específico: a cobrança por solidariedade e recomposição rápida, com jogadores de frente voltando para pressionar quando perdem a bola. O fundamental é ser um time solidário. Perdeu, pressiona; perdeu, volta todo mundo junto, todos recompondo junto. A identidade do Diniz está nisso. A única diferença é essa coletividade do time no último terço do campo, com os jogadores de frente tendo liberdade para fazer o que quiserem. Mas, como ressalva, ele quer um time solidário. Fábio Lázaro Continua após a publicidade Relacionadas Alícia Klein: O início de Libertadores que ninguém poderia ter imaginado Solidariedade e liberdade: Diniz implanta seus pilares no Corinthians Diniz minimiza seca de Yuri Alberto e rasga elogios: 'É um cara diferente' Veja horários das lives do UOL Esporte: Lives dos clubes: Imagem: Arte/UOL Horários dos programas: Imagem: Arte/UOL Assista ao programa completo 0:00 / 0:00 Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Leila sobre querer sair da Libra: 'Eu era romântica. Liga precisa da CBF' Neymar não é relacionado e desfalca Santos no clássico com o Palmeiras Carros zero km mais baratos têm uma opção abaixo de R$ 80 mil; veja a lista Adolescentes são apreendidos por estupro coletivo de duas crianças em SP Assessor é exonerado após interromper fala de deputado na TV com palavrão