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Opinião Esporte Casemiro, Bruno, Danilo e Paquetá seria um meio-campo seguro e dinâmico Walter Casagrande Jr. Colunista do UOL 04/06/2026 10h57 Deixe seu comentário Resumo Ancelotti coloca Lucas Paquetá entre titulares em treino da seleção Imagem: CAEAN COUTO/IMAGN IMAGES via Reuters No treino de ontem da seleção brasileira nos Estados Unidos, o treinador Carlo Ancelotti testou uma formação diferente , como informaram os jornalistas Danilo Lavieri e Pedro Lopes, do UOL . Ele colocou Lucas Paquetá no lugar de Luiz Henrique para fazer uma espécie de terceiro homem de meio-campo, e Igor Thiago, um centroavante com mais presença de área, ótimo finalizador, alto, forte fisicamente, que deixa o time muito mais agressivo dentro da área. Pois bem, acho ótimo testar alternativas de jogo, mas isso mostra duas coisas: uma boa e a outra nem tanto. Julián Fuks O sonho da literatura, no tempo do desencanto Josias de Souza Flávio Bolsonaro perde de goleada em casa Luiz Henrique Matos Desertos de notícias são uma ameaça à democracia PVC Seleção brasileira recupera harmonia perdida Primeiro, a boa: ele está aberto a mudanças e não fixo em uma ideia única, como muitos treinadores fazem. Vemos muitas vezes treinadores da seleção brasileira em Copas do Mundo com uma dificuldade enorme de mexer no time antes do início da competição. Segundo, isso mostra que ainda existem dúvidas, não em escalar o time, mas em qual esquema tático será utilizado na estreia. Tudo bem, ele poderá testar essa nova formação contra o Egito no fim de semana, em Cleveland, e acabar com a dúvida. Eu ainda acho que o meio-campo precisaria ser mais preenchido e colocaria Casemiro, Bruno Guimarães, Danilo Santos e Paquetá como um quadrado no meio, com dois atacantes. Paquetá e Danilo marcam, saem para o jogo, dão dinâmica à partida e se apresentam muito bem para finalizar, além de congestionar o meio-campo. Assim, deixaria os dois atacantes preocupados só em agredir e marcar pressão na saída de bola. O que não dá para fazer é ter só Casemiro e Bruno Guimarães no meio e deixar vários espaços para os adversários jogarem, como aconteceu no primeiro tempo contra o fraco Panamá no último amistoso. Se jogar assim contra a seleção de Marrocos, já terá sérios problemas — e será pior ainda quando confrontar as seleções favoritas, de primeira e segunda prateleiras do futebol atual. Vejo com bons olhos Carlo Ancelotti com a mente aberta para mudanças, para ouvir sugestões das lideranças do grupo. Continua após a publicidade Bastidores indicam que alguns jogadores conversaram com ele e sugeriram fazer testes táticos na prática no jogo contra o Egito, e não só em treinos. Parece que ele aceitou bem essa conversa, tanto que no treino já fez alterações táticas, mas, como escrevi acima, precisamos ter um meio-campo mais preenchido. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Casagrande por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Vini Jr diz que conselho de Ancelotti mudou sua carreira: 'Como um pai' Esposa e filha de MC Guimê sofrem acidente de trânsito após gravação Ancelotti conta quando definiu convocação de Neymar para a Copa do Mundo 'Perseguição implacável': o que é perdão judicial dado à mãe de Henry Borel Juíza determina expedição de alvará de soltura de Monique Medeiros