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Análise dos Times

Botafogo

Principal

Motivo: O texto foca na crise do Botafogo, destacando a sequência de derrotas e a frustração com o desempenho, utilizando termos como 'crise sem fim' e 'inferno'.

Viés da Menção (Score: -0.7)

Motivo: A menção ao Nacional Potosí é em contexto de um jogo em altitude, sem um viés explícito de crítica ou elogio.

Viés da Menção (Score: 0.1)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Botafogo Libertadores Léo Linck Paulo Vinicius Coelho Nacional Potosí Wallace Davi Potosí Martim Anselmi Miguel Ignomiriello Ubaldo Fillol Rubem Galvan Mario Kempes

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte A crise sem fim do Botafogo chega a seis derrotas seguidas após seis anos Paulo Vinicius Coelho (PVC) Colunista do UOL 18/02/2026 23h26 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Montoro, do Botafogo, tenta fazer a jogada durante duelo contra o Nacional Potosí, válido pela Libertadores Imagem: Vítor Silva/Botafogo Martim Anselmi é argentino e, também por isso, pode conhecer a história da seleção fantasma que o auxiliar técnico Miguel Ignomiriello levou à Bolívia nas eliminatórias da Copa do Mundo de 1974. Por ter perdido na altitude em 1969, resultado que contribuiu para ficar fora da Copa de 70, a Argentina decidiu preparar 16 jovens jogadores para vencer em La Paz e não correr riscos. O assistente sugeriu e lecou os 16 jovens à altitude, entre os quais Ubaldo Fillol, Rubem Galvan e Mario Kempes. Ganhou por 1x0, gol de Fornari, e classificou-se à frente de paraguaios e bolivianos. Conhecendo a história ou não, Anselmi repetiu-a, exceto pelo detalhe de que enviou nove jogoadores antecipadamente a Potosí e só dois foram titulares: Léo Linck e Wallace Davi. Juca Kfouri Bahia perde, e Botafogo cai no inferno de Potosí Alexandre Borges Você se orgulha do seu país? Sakamoto Mimimi de Carnaval não decide eleição Josias de Souza Inquérito das fake news virou multiuso O péssimo resultado da preparação foi a sexta derrota consecutiva do Botafogo, pela primeira vez desde a campanha do rebaixamento, em 2020. Entre dezembro daquele ano e o janeiro seguinte, o Botafogo caiu contra Corinthians, Athletico Paranaense, Vasco, Santos, Atlético Goianiense e Fluminense. Sofreu 15 gols, marcou 2. Desta vez, marcou quatro e sofreu 12. O saldo é igual: frustração. Não se trata do risco de não ganhar o jogo dr volta, na quarta-feira que vem. Trata-se de não saber o que vai acontecer no clube e com o time na próxima semana e no próximo mês. Perguntas que, em qualquer clube, interferem no próximo jogo. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Paulo Vinicius Coelho (PVC) por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Colchão de mola ou espuma? Saiba como escolher o tipo ideal para sua coluna Dados fiscais da esposa de Moraes foram acessados em agosto em Santos (SP) Sanduíche saudável no lugar do jantar: como montar uma refeição prática Apartidária, servidora da Receita alvo da PF não acessou dados, diz defesa Cadete do Exército é agredido após assediar PM em bloco de Carnaval no Ibirapuera