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Análise dos Times

Palmeiras

Principal

Motivo: Colunista defende o time das críticas, elogia variedade de gols e o trabalho da comissão técnica, negando falta de repertório

Viés da Menção (Score: 0.7)

Motivo: Mencionado apenas como adversário derrotado por 2 a 0, sem tom crítico ou elogioso direto

Viés da Menção (Score: -0.1)

Motivo: Citação puramente estatística como referência de mais gols na temporada, sem avaliação de tom

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

palmeiras abel ferreira flamengo brasileirao campeonato paulista piquerez athletico paranaense

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Repertório é o que não falta ao Palmeiras e a Abel Ferreira Paulo Vinicius Coelho (PVC) Colunista do UOL 18/10/2026 11h59 Deixe seu comentário Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Piquerez, do Palmeiras, comemora gol contra o Athletico Paranaense Imagem: JOÃO HEIM/ZIMEL PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO Abel Ferreira desabafou depois de vencer o Athletico Paranaense por 2 x 0, fora de casa. Pode ser cedo, porque o Palmeiras pode ganhar ou não conquistar títulos nacionais ou internacionais na temporada. Já ganhou o Paulista. Falou que, para alguns críticos, o time não tem repertório e o técnico não tem conteúdo. A Hora Juventude na rua sinaliza alternativas à esquerda Josias de Souza Frente ampla de Lula encolheu Tony Marlon Psicóloga cria grupos para aliviar ansiedade na eleição Michelle Prazeres Desacelerar para resgatar o sentido das palavras Falta de repertório não há. O Palmeiras chegou a 103 gols na temporada, menos apenas do que os 106 do Flamengo. Fez gols assim: 56 primeiro tempo (54%), 47 segundo tempo (46%) Direita - 31 (30% Meio - 41 (40%) Esquerda - 31 (30%) Posse de bola e construção - 53 (51%) Bola Parada - 27 (26%) - Pênalti - 7 (6%) Contra-ataque - 11 (10%) Pressão Direto para o Gol - 8 (7%) Fora da área - 11 (10%) Alto - 20 (19%) Os dados são coletados pela coluna, o que pode causar divergências com a própria comissão técnica. Mas variedade tem. Não falta. Mas é justo dizer que, quando Abel chegou, o Palmeiras chegou a ser visto como um time de contra-ataque. Em 2021, da bola parada. No ano seguinte, elogiado pela capacidade de criação. Em 2023, cornetado pelas bolas longas. Em 2024, por não ganhar troféu nacional, mas vice do Brasileirão. No ano passado, por não ganhar títulos, pela pirmeira vez em cinco anos. Lembre-se de que, em 112 anos de história, o Palmeiras não conquistou troféus em 67. É a média dos times grandes. Continua após a publicidade Não dá para dizer que o Palmeiras não é forte. Nem que sua força não tem como razão o excelente trabalho de sua comissão técnica. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Paulo Vinicius Coelho (PVC) por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Onde vai passar Bahia x Flamengo pelo Brasileirão? Como assistir ao vivo Stallone perde a linha com críticas por escalar filha em sua série: 'Seu idiota' Motorista é preso após atropelar idoso durante ato pró-Lula em BH Três apostas acertam Lotofácil e ganham R$ 445 mil cada uma; veja dezenas Apresentadora do Bom Dia Maceió chora ao vivo ao anunciar afastamento