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Foi dia de celebração no Mineiro de 2026: o Cruzeiro ergueu o troféu do Campeonato Mineiro, encerrando uma fila de pouco mais de três anos sem taças. A última conquista havia chegado em 2022, na Série B, e o período ganhou contornos de reconfiguração nos bastidores com a venda da SAF e a passagem de técnicos como Pezzolano, Pepa e Zé Ricardo, que marcaram esse capítulo de transição [ ]. Com o Mineiro no bolso, o foco se volta para o Brasileirão e para a história recente da gestão da SAF. A conquista trouxe um respiro para Tite, que comanda a Raposa e ainda precisa provar regularidade no nacional. A diretoria, sob Pedro Lourenço, deixou claro que o caminho segue com apoio ao técnico, enquanto Leonardo Jardim deixou o Cruzeiro para treinar o Flamengo — abrindo espaço para discussões sobre o vestiário e o futuro do elenco; em 2025 já havia chegado Gabigol em busca de novas respostas, um capítulo que entra na narrativa da temporada [ ]. Na final do Mineiro, a tensão ficou explícita: o clássico Cruzeiro x Atlético-MG terminou com 23 expulsões, iniciadas por Everson e Christian na área cruzeirense e espalhando-se pela equipe; Kaio Jorge saiu de campo com o gol da vitória que encerrou o jejum do Cruzeiro no Estadual e contou com a intervenção da Polícia Militar para encerrar o tumulto. Do lado atleticano, nomes como Hulk, Cassierra, Lyanco e outros também foram autuados em uma noite que ficará marcada pela intensidade da rivalidade [ ].