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Futebol Santos usará pausa da Copa para realizar novas obras na Vila Belmiro Bruno Lima Em colaboração para o UOL 01/06/2026 19h01 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Fachada do bar que o Santos pretende construir na Vila Belmiro Imagem: Reprodução Durante a pausa do futebol brasileiro para a disputa da Copa do Mundo, a Vila Belmiro deve passar por algumas obras. Todas voltadas para a construção de novos espaços gastronômicos e de entretenimento. O estádio deve receber um restaurante, um bar temático, além de novas lojas e uma hamburgueria na sua parte térrea para o público externo. Restaurante no Salão de Mármore Um dos locais que estão previstos para serem repaginados é o salão de mármore. Ali, o Peixe tem planos de inaugurar um restaurante de dois andares com capacidade para receber até 800 pessoas. Felipe Salto Banalizar o terror ameaça a economia brasileira Marco Antonio Sabino O que há de 'dark' nessa história da Prefeitura de SP Juca Kfouri O fim anunciado de Augusto Melo Edu Carvalho Comemorar o gol é positivo; xingar Virginia, não Com previsão de funcionamento diário, o estabelecimento oferecerá, entre outras opções, pratos típicos da Baixada Santista. Nos dias em que o Santos estiver atuando na Vila Belmiro, o espaço continuará recebendo o atual Boteco Santista, evento que conta com música ao vivo e comida inclusa. Um bar com ênfase à Era Pelé Ao lado, o clube está decidido a construir o Santos Sport Bar, que será um bar temático com uma identidade visual voltada às grandes conquistas do Peixe, com ênfase à Era Pelé. O estabelecimento também abrirá diariamente, com capacidade aproximada para 150 clientes. Em dias de jogos, o bar contará com programações direcionadas para as partidas. Arte disponível no projeto criado para o Santos Imagem: Reprodução Continua após a publicidade Depósitos serão lanchonetes As lojas que devem receber lanchonetes do lado de fora da VIla Imagem: Reprodução Do lado oposto do estádio, salas localizadas no térreo da Vila Belmiro, hoje utilizadas apenas como depósitos, serão desocupadas e reformadas para a abertura de comércios voltados ao público externo. A ideia é alugar esses pontos para uma hamburgueria e outros comerciantes interessados em explorar a marca do clube. Santos prevê valorização da Vila O Santos acredita que, com essas obras, conseguirá valorizar a Vila Belmiro, manterá a sua marca ativa mesmo em dias sem futebol e garantirá uma arrecadação financeira regular por meio dos aluguéis. Continua após a publicidade A previsão é de que todo investimento financeiro seja bancado pelo próprio clube. Diferentemente das melhorias feitas nos vestiários da Vila e na estrutura do CT Rei Pelé, estas obras específicas não contarão com parcerias ou patrocínios intermediados pelo pai do atacante Neymar. Os departamentos envolvidos nas obras garantem que, apesar do tamanho, os trabalhos serão entregues em um curto espaço de tempo. A expectativa, inclusive, é de que algumas das novidades já estejam em funcionamento no segundo semestre deste ano. E o projeto da Nova Vila Belmiro? Nos bastidores, dirigentes garantem que tais reformas não influenciam ou anulam o projeto da Nova Vila Belmiro. Continua após a publicidade A justificativa, aliás, é de que essas são reformas necessárias no estádio e que vão gerar receitas ao Santos, enquanto as negociações para a construção do novo estádio seguem travadas e o projeto não sai do papel. Os atuais representantes do clube garantem que as tratativas para a realização de um dos maiores sonhos do torcedor, que é uma casa nova e moderna, continuam em andamento. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Servidor é afastado por suspeita de desviar R$ 10 mi no comércio exterior Pedido de Michelle para registrar marca Bolsonaro em armas emperra no Inpi Lincoln de Gugu resiste ao tempo e guarda relação entre pai e filho Acidente entre van e carreta mata cinco alunos de escola militar em Goiás Banalizar o terror ameaça a economia brasileira