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Análise dos Times

Flamengo

Principal

Motivo: O artigo foca na perspectiva do Flamengo, suas conquistas recentes e a comparação histórica. A fala de Filipe Luís e a opinião de ex-jogadores reforçam a visão do clube.

Viés da Menção (Score: 0.6)

Psg

Motivo: O PSG é apresentado como adversário, com reconhecimento da sua força, mas sem aprofundamento na sua perspectiva ou análise de viés.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Flamengo Libertadores Filipe Luís PSG Mundial de Clubes Zico Leandro Tita Geração de 81

Conteúdo Original

Esporte Flamengo busca bi mundial, mas Filipe Luís põe geração de 81 como 'a maior' Alexandre Araújo e Bruno Braz Do UOL, no Rio de Janeiro (RJ) e Doha (QAT) 17/12/2025 05h30 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Arrascaeta e Bruno Henrique, do Flamengo, erguem troféu da Libertadores após final contra o Palmeiras Imagem: LUIS ACOSTA/AFP O Flamengo mede forças hoje, às 14h (de Brasília), com o PSG, da França, na busca de um título ainda inédito para uma geração que empilhou taças, e que ainda é a grande diferença para a histórica equipe de 1981, que contava com nomes como Zico, Júnior, Leandro, Andrade, Adílio e companhia. O técnico Filipe Luís, por outro lado, afasta qualquer tipo de comparação. Torcedor declarado do Rubro-Negro, ele ressalta a importância que aquela equipe teve para o fortalecimento do clube da Gávea e a influência que teve na formação de novos torcedores. Nunca, nenhuma geração vai ser maior do que a de 81, que foi a primeira. Se hoje existem 40 milhões de flamenguistas, foi por causa daquela geração. Quantos Arturs existem por causa do Zico, quantos Leandros... Foi uma geração que marcou época e fez os pais levarem os filhos ao estádio por anos. Filipe Luís Daniela Lima Ou direita se soma a Flávio ou o convence a apoiá-la Sakamoto Flávio joga água fria em Tarcísio e no centrão Alexandre Borges 'Cancelamento' do SBT por Zezé expõe a direita 'woke' Alicia Klein The Best: a Fifa não cansa de passar vergonha O treinador salienta ainda a vontade do atual elenco em criar um novo capítulo nos 130 anos do Flamengo, e algumas páginas já foram escritas. De 2019 para cá, foram três Libertadores, três brasileiros, uma Copa do Brasil, fora Estaduais e Supercopas. Zico e jogadores do Flamengo comemoram título do Mundial de 1981 sobre o Liverpool Imagem: Reprodução/CBF "O Flamengo mal e eles apoiando por causa daquela geração mágica, mas repito: esse grupo tem o sonho de fazer a sua própria história. E estamos construindo com os títulos que vencemos esse ano e a vontade de botar uma segunda estrela. São feitos que vão aumentar ainda mais a geração de 81, de 2019, e quem vai ganhar com isso é o Flamengo. Queremos fazer a nossa própria história, botar a foto na parede e ficar marcado", disse. O título no Japão, sobre o Liverpool, da Inglaterra, virou inspiração e, através de notas musicais, embalou títulos recentes do Rubro-Negro. "Em dezembro de 81", versão de "Primeiro erros", foi cantada a plenos pulmões nas arquibancadas do país — e mundo — afora, e ditou o ritmo de celebrações. "Em dezembro de 81/ Botou os ingleses na roda / 3 a 0 no Liverpool /Ficou marcado na história". Mais do que uma lembrança, a canção traz um pedido: o mundo de novo. O que outrora parecia longe de alcance pode ser realizado hoje, e o Flamengo pode levantar um novo Mundial, desta vez em Doha. Um dos principais integrante da geração campeã do Mundo, Leandro concorda em parte com que diz Filipe Luís, e aponta os impactos que teve aquele time, mas Continua após a publicidade Relacionadas Presidente do Fla critica critério do Mundial em The Best: 'Não é torneio' Arrascaeta jogaria no PSG? Escale os melhores da final do Mundial e compare Mattos: PSG é favorito, mas Flamengo se acostumou a jogar contra europeu Ninguém sabe o futuro, mas [81] foi uma geração que marcou demais porque foi o primeiro título da Libertadores e Mundial. Foi uma geração que ficou quase que cinco anos ganhando, praticamente, tudo. Ganhamos três brasileiros quase que em sequência, Carioca... E uma geração com, praticamente, quase todos os jogadores criados na Gávea. A geração do Zico, Júnior, Rondinelli, depois Adílio, o Andrade, eu, o Mozer, o Vitor [Luis], [Claudio] Figueiredo, o Anselmo. Era uma galera bem raiz. "Acho que ali demos o primeiro passo, vamos dizer assim, para o crescimento dessa nação toda. Acho que o Filipe Luis tem razão em falar isso "Sobre o jogo [contra o PSG], a expectativa é que tudo pode acontecer. Temos de reconhecer que o time deles é superior, futebol europeu com muito mais força, velocidade... [PSG} Está, seguramente, entre os cinco melhores do mundo. Temos de fechar a casinha e tentar surpreender, mas, tratando-se do Flamengo, tudo pode acontecer. É aquele ditado: 'jogo é jogado, lambari é pescado'. Estou passando energias positivas, esperando um bom jogo e, logicamente, um resultado favorável ao Flamengo", apontou. Titular daquele time, Tita pontua que o time atual viveu um "ano maravilhoso" e pode fechar a temporada com um "prêmio muito valioso". Esse ano foi extraordinário para essa nova geração, um ano maravilhoso. Conseguiram ganhar a Copa Libertadores e Campeonato Brasileiro em uma só semana. Acho que eles são muito merecedores desse momento do time. E fechar o ano conquistando o Mundial seria um prêmio muito valioso. Tita "A minha única preocupação é o estado físico dos jogadores. O Flamengo está em final de temporada, após decisão de Libertadores, Brasileiro, dois jogos antes do PSG... E o PSG estava tomando suco de laranja. Essa é a grande preocupação: o cansaço, mas nada que não possa ser superado com coração e alma. Ver essa torcida do Flamengo dar show dá até vontade de vestir a chuteira e ir lá ajudar, ser o 12º [jogador]", completou. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. 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