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O empate do Santos em 1 a 1 com o Bahia, neste sábado, pelo Brasileirão , ficou marcado pela polêmica expulsão de Neymar. Na volta do intervalo da partida, o camisa 10 levou cartão vermelho por ter colocado a mão na boca durante uma discussão com Rodrigo Nestor.
O meia do time baiano imediatamente avisou o gesto do adversário ao árbitro Sávio Pereira Sampaio, que viu o lance no VAR. O atacante vestiário mais cedo pela 'Lei Vini Jr'. Para Carlos Eugênio Simon , comentarista de arbitragem da ESPN , a decisão de expulsar o craque do Peixe foi correta.
"Neymar foi expulso na volta para o segundo tempo. Ele já havia se desentendido com o adversário na primeira etapa e, depois, foi em sua direção, colocou a mão sobre a boca e disse algo ao jogador. O árbitro não flagrou o ocorrido em campo, mas interveio corretamente após ser chamado ao monitor do VAR e aplicou o cartão vermelho. É a aplicação de uma regra que Neymar certamente já conhecia, mas acabou cometendo esse equívoco. Diante do que foi identificado, a expulsão foi correta'', explicou Simon.
A 'Lei Vini Jr.', também chamado de 'Protocolo Vini Jr., foi aprovada pela International Football Association Board (IFAB), órgão responsável pelas regras do futebol, e passou a ser adotada a partir da Copa do Mundo de 2026.
Segundo a Fifa, a medida foi criada para ajudar no combate a comportamentos discriminatórios e inadequados dentro de campo. Em comunicado divulgado após a aprovação da regra, a entidade informou que jogadores que escondam a boca ao se dirigirem a adversários poderiam ser punidos com cartão vermelho, a critério da competição. A CBF, por sua vez, adotou a medida para o Brasileirão logo após o Mundial.
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