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Análise dos Times

Corinthians

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Motivo: O artigo foca na posição do Corinthians sobre a renovação de contrato e a política de gastos, com o diretor do clube sendo a fonte principal. O tom é informativo, mas reflete a estratégia do clube.

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Palavras-Chave

Entidades Principais

Corinthians Memphis Depay Talleres Marcelo Paz Osmar Javier Tebas

Conteúdo Original

Esporte Futebol Renovar com Memphis não contraria corte de gastos do Corinthians, diz Paz Igor Siqueira e Rodrigo Mattos Do UOL, no Rio de Janeiro 24/02/2026 14h58 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Siga o UOL Esporte no Carregando player de áudio Ler resumo da notícia O diretor de futebol do Corinthians, Marcelo Paz, disse que o movimento de renovação de contrato com Memphis Depay não contraria a política de corte de gastos do clube. "Se estiver dentro do orçamento, não é contrasenso. O que importa é o todo estar dentro do orçamento. O custo do Memphis está dentro do orçamento do Corinthians, então não seria um contrasenso. Contrasenso é estourar o orçamento", disse o dirigente. Na CBF para uma reunião de clubes e federações com o presidente de La Liga, Javier Tebas, Marcelo Paz ainda explicou que há outras questões na fila antes de discutir, de fato, o novo contrato do holandês. Milly Lacombe Hóquei dos EUA transforma ouro em vergonha Thais Bilenky Financiamento por bets ameaçado no PL Antifacção Carlos Nobre Perguntas sobre a AM que deveriam nos preocupar Josias de Souza Sinalização do STF contra penduricalhos ameaçada "Atualmente, a prioridade é a resolução da pendência com o Talleres, evitando possíveis sanções. O presidente Osmar esteve na Argentina e se reuniu com o presidente Andrés Fassi, restabelecendo o diálogo. Acredito que a possibilidade de sanções se tornou menos provável, com a negociação de um acordo se mostrando mais favorável. Após a resolução dessa questão, passaremos a negociar a dívida com o Memphis. Concluídas essas negociações, poderemos tratar da possível renovação, que é de interesse tanto do Corinthians quanto do atleta", comentou o dirigente. O corte de gastos está no tamanho suficiente? "O corte está sendo feito conforme foi determinado pelo orçamento do clube de 2025, no final de 2025 para o exercício de 2026. Já foi feito um corte substancial e essa mudança de postura do Corinthians no mercado, de não gastar com transfer, com aquisições de jogadores, é o maior exemplo disso. Um clube da grandeza do Corinthians naturalmente compra jogadores, como os demais clubes da Série A estão comprando. 8 milhões de euros, 10 milhões de euros, 6 milhões de euros. O remo que acabou de subir tem investimentos em compra muito maiores do que o Corinthians, por exemplo. Então isso já é um corte na carne bem substancial. E cabe a gente ter essa disciplina, esse rigor. Respeitando o orçamento do clube, mas acima de tudo também entregando resultados esportivos. A gente tem que ter um time competitivo para brigar, porque é o que o Corinthians historicamente sempre fez". Qual o nível de competitividade financeira do Corinthians com os rivais hoje? "Em termos de investimento, a capacidade financeira é limitada. Estamos construindo um time com recursos mínimos. Recentemente, vi estatísticas que indicam que o Corinthians está entre os últimos em investimento na Série A na formação do elenco, considerando a aquisição de direitos econômicos". Dá para competir sem comprar jogadores? "Não se trata de salários, que são uma questão diferente. Conseguimos manter uma folha salarial competitiva, mas sem grandes investimentos em aquisição de direitos, luvas e outras taxas de transferência. Essa foi a missão que me foi confiada pelo presidente Osmar. Portanto, estaremos distantes das primeiras posições em termos de investimento. No entanto, almejamos alcançar as primeiras posições em campo. Contamos com um time competitivo, um elenco qualificado e um excelente treinador, além de jogadores de seleção". Metas para o ano. "Acreditamos que lutaremos por posições de destaque, como é tradição no Corinthians, atual campeão da Copa do Brasil. Neste ano, almejamos uma posição no Campeonato Brasileiro diferente dos anos anteriores. Os próprios jogadores assumiram esse compromisso. Contudo, sem grandes investimentos. O momento é de reestruturação financeira, de equilíbrio, de evitar novas dívidas para que as existentes sejam sanadas e diminuídas, permitindo que o clube, no futuro, tenha mais condições de investir na aquisição de direitos econômicos e de jogadores." Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora TJ-RS aprova pagamento de penduricalhos mesmo após veto de Dino 'Cura da paralisia': sem método, não há prova de eficácia nem de segurança São Paulo: Investigada por camarote fica em silêncio na polícia e desmaia Simaria revela qual seu tipo de cocô; por que isso é importante para saúde? Babu rompe aliança com Juliano Floss no BBB 26: 'Preservar nossa relação'