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Só para assinantes Assine UOL Reportagem Pagamentos do São Paulo a Daniel Alves viram alvo de disputa milionária Pedro Lopes Colunista do UOL 24/11/2025 05h30 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Daniel Alves, durante treino do São Paulo no CT da Barra Funda Imagem: Erico Leonan/São Paulo FC Parte dos R$ 22,8 milhões do contrato de rescisão que o São Paulo assinou com Daniel Alves em setembro de 2021 - e ainda paga até hoje - viraram alvo de disputa em diferentes ações judiciais. Pelo acordo, que previa 60 parcelas mensais começando em janeiro de 2022, o clube ainda terá que pagar o ex-lateral até janeiro de 2027. Daniel vive na Espanha, e aguarda julgamento na terceira e última instância pela acusação de agressão sexual. Um fundo de investimentos chamado GAD, especializado em direitos creditórios, alega na Justiça de São Paulo que fez um acordo com Daniel em setembro de 2022: pagou ao ex-jogador, à vista, R$ 11,5 milhões; em troca, recebeu o direito a todas as parcelas futuras que ele teria a receber do São Paulo (na época, o valor era de R$ 19,8 milhões). Reinaldo Azevedo Tese da alucinação de Bolsonaro é ridícula Casagrande Remo sobe vencendo até o racismo e a xenofobia Josias de Souza Desculpa do surto de Bolsonaro é esfarrapada Sakamoto Bolsonaro rifa seu legado político com carta 'foi mal' Na prática, o fundo pagaria um valor menor, à vista, para receber de Daniel Alves um valor maior, a prazo, até janeiro de 27. Só que, segundo o GAD, Daniel deixou de realizar os pagamentos a partir de 2023, quando foi preso na Espanha. O fundo diz que a dívida atual é de R$ 7,7 milhões. O GAD tentou contato direto com o São Paulo, para receber diretamente os valores, mas há outras disputas envolvendo o acordo: parte das parcelas, inicialmente de 30%, depois de 50%, foi penhorada em uma ação de alimentos movida por Dinorah Santana, ex-mulher de Daniel; o valor corresponde à pensão alimentícia dos filhos. Parte dos valores também chegou a ser penhorada em uma ação do Banco Safra contra Daniel, já encerrada. O processo de pensão alimentícia corre sob segredo de Justiça, e o próprio fundo que processa Daniel não tem acesso a ele. O fundo pediu, e a Justiça concedeu um arresto - espécie de congelamento - de valores e bens que Daniel tenha no Brasil. O ex-jogador ainda não constituiu advogado e não apresentou defesa. A coluna tentou contato com advogados que o representam em outros processos no Brasil, mas não teve resposta. A matéria será atualizada caso haja um posicionamento. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Pedro Lopes por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Por dentro da fábrica de carros chineses que é do tamanho de 73 Maracanãs Bolsonarismo busca reação à prisão sem despertar linha dura de Moraes Brasileiros pelo mundo: Pombo faz golaço, Raphinha volta, e Vini é banco Palmeiras precisa repetir o que fez no início para ser campeão brasileiro Como a revista Playboy moldou o desejo masculino no Brasil