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Análise dos Times

Brasil

Principal

Motivo: O artigo critica diretamente as decisões de Ancelotti em relação à seleção brasileira, focando no prejuízo causado pela convocação e escalação de Neymar.

Viés da Menção (Score: -0.6)

Motivo: A seleção portuguesa é usada como exemplo positivo da postura racional de Jorge Jesus, embora o foco principal não seja o desempenho de Portugal.

Viés da Menção (Score: 0.2)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Jorge Jesus Brasil Carlo Ancelotti Cristiano Ronaldo Neymar Portugal Roberto Martinez

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Ancelotti deveria ter sido tão racional quanto Jesus sobre Neymar Rodrigo Mattos Colunista do UOL 11/07/2026 05h30 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Jorge Jesus, em apresentação como novo técnico de Portugal Imagem: Reprodução/YouTube/Portugal Ao assumir a seleção portuguesa, Jorge Jesus deixou claro que só colocaria em campo astros que tivessem rendimento em campo, citando Cristiano Ronaldo e Neymar. Lembremos, por pouco ele não foi o técnico da seleção brasileira antes de Ancelotti. Aos 41 anos, CR7, que talvez seja o melhor jogador português da história, rendeu mal na Copa-2026 e foi mantido no time por Roberto Martinez até a eliminação. Em outro contexto, Neymar entrou no segundo tempo contra Noruega em momento decisivo para a seleção. A escolha de Carlo Ancelotti desmontou o time brasileiro. Juca Kfouri França x Espanha: final antecipada uma pinóia Ronilso Pacheco Michelle Bolsonaro já tem tudo desenhado PVC Jorge Jesus fala a verdade sobre Neymar e CR7 Casagrande França entrará para história como uma das melhores Ao falar do astro brasileiro, Jesus explicou como o tratou quando o dirigia no Al Hilal. Atitude, diga-se, que gerou um atrito com o brasileiro que ficou contrariado. Contou Jesus: "Tu, finish [acabou]', ok? Portanto, aquilo que eu achar que é melhor para a seleção, é assim que será feito". E Neymar não foi escalado no Saudita, e saiu do clube na sequência. Jesus podia ter sido o técnico do Brasil em negociação no final de 2024 e início de 2025 que só não se concretizou porque insistiu em terminar a temporada árabe. Mas, quando se contratou Ancelotti, a expectativa no Brasil era de que seria um técnico com tamanho suficiente para tomar as decisões difíceis. Na convocação, o técnico chamou Neymar que estava contundido, e que não foi claro sobre sua lesão. Após longa recuperação, entrou em jogo decisivo quando tinha obtido pouquíssimos minutos em partida anterior, diante da Escócia. Revelou-se sem ritmo de jogo, prejudicou o time. Ancelotti parece ter entrada na onda da torcida ao apostar no imponderável, em um fator decisivo de Neymar que já não existia mais. Continua após a publicidade Talvez, se tivesse sido mais racional, a história teria sido diferente para o Brasil na Copa. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Rodrigo Mattos por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Ex-Palmeiras virou reserva na Copa após atrito com James, diz jornalista 'Uma máquina': Scaloni não se surpreende com o desempenho de Messi aos 39 anos Palmeiras desafia mercado e aceita perder milhões por temporada vitoriosa Estados Unidos divulgam fotos de óvni tiradas por astronautas em 1996 Resumo da novela 'Quem Ama Cuida' da semana: capítulos de 11/7 a 18/7