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O Vasco aproveitou a Data Fifa para manter o motor ligado: venceu o Noroeste por 4 a 1 em jogo-treino e já mira uma sequência de sete partidas em outubro, com três competições no horizonte. Foi ensaio, mas também aviso de que a reta final não dará folga. [ ] Na enfermaria, a notícia é de portas se abrindo. Brenner, tratado como reforço caseiro para o ataque, tem previsão de voltar na primeira quinzena de outubro; Matheus Carvalho, após quase nove meses de recuperação, já foi liberado para treinar com o grupo. Pedro Emanuel ganha alternativas justamente quando o calendário aperta. [ , ] Também há sotaque argentino no elenco: Santiago Sosa, Facundo Colidio e Alan Lescano chegaram em agosto e, além de contribuírem em campo, encontraram apoio uns nos outros na adaptação. Colidio participa diretamente de gols, Sosa se firmou em função defensiva e Lescano já marcou como titular — uma amizade que, por enquanto, também ajuda a equipe a se encontrar. [ ] Enquanto a bola espera, a diretoria encara a planilha: nove jogadores têm contrato até dezembro, com futuros que dependem de desempenho, opções de compra e negociações. É outro campeonato, sem arquibancada, mas com decisões caras e importantes para montar o elenco de 2027. [ ] A novela do estádio para a semifinal contra o Boca Juniors ganhou capítulos de bastidor. São Januário é a prioridade, mas esbarra na exigência da Conmebol por capacidade e espaço para visitantes; a Prefeitura sinalizou abertura a ajustes, enquanto o aval da Polícia Militar ainda falta. Pedrinho admite recorrer à Justiça pelo Maracanã se a casa vascaína não for liberada, e o Nilton Santos aparece como alternativa. [ , , ] Nos bastidores da SAF, a Almirante Participações sustenta que eventuais decisões da Anresf não desfariam o negócio, embora ainda haja etapas de aprovação. E, num dia de números, contratos e regulamentos, Alan Lescano ofereceu uma pequena pausa nostálgica: suas chuteiras pretas, escolha pessoal que resgata um futebol de outra época. [ , ]