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Análise dos Times

Flamengo

Principal

Motivo: A matéria foca no julgamento de um jogador do Flamengo e apresenta argumentos da defesa do clube. O tom é predominantemente informativo, mas a defesa do clube sobre o cartão amarelo é explicitada.

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Palavras-Chave

Entidades Principais

Flamengo Bruno Henrique STJD Michel Asseff Filho Marco Aurélio Choy Sérgio Furtado Coelho Denis Wander Nunes Junior

Conteúdo Original

Esporte Auditor pede vista, e julgamento de Bruno Henrique é interrompido no STJD Igor Siqueira Do UOL, no Rio de Janeiro 10/11/2025 14h51 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Bruno Henrique, atacante do Flamengo, durante julgamento no STJD Imagem: Igor Siqueira/UOL O julgamento do atacante Bruno Henrique, do Flamengo, foi interrompido no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), após o pedido de vista feito pelo auditor Marco Aurélio Choy. O caso será retomado na próxima quinta-feira, às 15h (de Brasília), em sessão única. "Eu vou pedir vista, considerando a complexidade da questão", disse Choy. Thais Bilenky 'Já compraram coxinha?', provoca Janja na COP Josias de Souza Brasil apaixonou-se por equívocos na segurança Juca Kfouri Caso Bruno Henrique: o STJD está de 'parabéns' Sakamoto Negacionistas não creem em tornado no PR No momento da interrupção, Bruno Henrique já tinha recebido um voto favorável, justamente do relator do processo, Sérgio Furtado Coelho. O voto dele tinha sido por aplicar uma multa de R$ 100 mil, com base no artigo 191 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD). Esse item trata de descumprimentos a itens do regulamento da competição, mas não é usado para cravar que alguém cometeu manipulação de partida ou resultado. O que o autor do primeiro voto disse "O acervo probatório não demonstra de maneira inequívoca que Bruno Henrique tem atuado com a finalidade específica de manipular o resultado da partida. Tais relatórios apontam concentração suspeita de apostas, mas não demonstram de forma direta que o denunciado tenha orientado sua atuação em campo com finalidade manipulatória. Os diálogos apreendidos entre o atleta e seu irmão, o quanto infelizes e imprudentes, evidenciam proximidade indevida com o ambiente de apostas, mas não são suficientes para o irmão com o grau de certeza requerido. Que o cartão tenha sido provocado sob ajuste prévio", disse o relator, que acrescentou a respeito da multa: Tal solução, harmoniza o dever de reprovar comportamentos que ferem a integridade regulatória do desporto com a necessidade de preservar a proporcionalidade sancionatória e o devido processo disciplinar. O que mais foi analisado Àquela altura, o tribunal também já tinha superado a discussão sobre prescrição do processo. As defesas do jogador e do Flamengo tentaram fazer com que o mérito da questão não fosse nem analisado, a exemplo do que aconteceu na primeira instância. Continua após a publicidade Bruno Henrique foi ao STJD pessoalmente para acompanhar a sessão de julgamento e assistiu ao debate ao lado do empresário, o ex-zagueiro Denis. Em primeira instância, o atacante do Flamengo pegou 12 jogos de suspensão e R$ 60 mil de multa. Logo, em relação ao primeiro voto, já viu um movimento positivo para si de abrandamento da pena. Bruno Henrique foi julgado por causa das conversas com o irmão, Wander Nunes Junior, a respeito do cartão amarelo que tomou no jogo pelo Brasileirão 2023. As investigações indicaram que o irmão de Bruno Henrique usou a informação privilegiada para fazer apostas e tentar faturar dinheiro com isso. O Flamengo reforçou no julgamento que não se sentiu prejudicado com o cartão amarelo que o jogador tomou. Segundo o advogado Michel Asseff Filho, inclusive houve recomendação do clube para que o atacante levasse o cartão para ficar suspenso contra o Fortaleza, naquela ocasião. "Forçar o amarelo para não jogar uma próxima partida é absolutamente legal. Não é a procuradoria que tem que dizer se houve prejuízo ou não. É o Flamengo que tem que dizer se prefere ele jogando contra o Palmeiras ou o Fortaleza. Não é a Justiça Desportiva. (...) Aquilo era ao recomendável a se fazer, jogando com as regras do jogo", disse Michel, durante a sustentação no plenário. Quando o relator, depois, apontou que essa situação deveria ser enquadrada no artigo 191, entendeu que houve "apenas" um desrespeito ao regulamento. Continua após a publicidade Bruno Henrique saiu com o placar "favorável" de 1 a 0, mas ainda restam oito auditores para proferirem seus votos. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Flamengo quer proibir sintético: 'Gramado de plástico deve ser eliminado' STF determina suspensão de inquérito contra famílias que retiraram corpos Falência da Oi expõe vulnerabilidade do controle aéreo e lotéricas no país Sala de imprensa na COP cheira a diesel; governo garante sustentabilidade Mulher trans morre após ser espancada por homem em BH