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Um gol de Lucho Acosta no último minuto decretou a vitória do Fluminense, de virada, por 2 a 1, contra o Internacional , no Estádio do Maracanã, pela 33ª rodada do Campeonato Brasileiro . Mas, o Colorado saiu na bronca com a arbitragem de Lucas Casagrande, do Paraná.
A equipe gaúcha reclama de um pênalti não-assinalado, no início do primeiro tempo, de Thiago Silva em Ronaldo . No segundo tempo, o Inter reclama também uma não-expulsão do lateral-esquerdo Renê após entrada forte também em Ronaldo, mas recebeu o cartão amarelo.
Na sequência, próprio Renê comete falta na entrada da área após puxão na camisa de Bruno Gomes e não foi advertido com o segundo amarelo, o que faria com que ele fosse expulso.
“Não se trata de lances interpretativos. São erros graves, que interferiram diretamente no andamento da partida e comprometem a integridade da competição. Pela terceira rodada consecutiva, o Inter deixa o campo prejudicado. Fica a pergunta: a quem interessa?”, diz nota oficial do Inter.
Alessandro Barcellos , presidente do clube gaúcho, também detonou a arbitragem e relembrou outros possíveis erros contra o Inter na vitória por 3 a 0 diante do Botafogo.
“A sensação é que nós fomos assaltados", disse o mandatário em coletiva. "Trazudir um pouco do nosso sentimento no vestiário. É uma situação muito ruim por que a gente que faz futebol não quer ficar retomando esses temas constantemente, por que faz parte de uma espécie de pacto de todos que fazem futebol de tentar elevar o nível destas questões de futebol. Mas, é impossível".
"Vemos que acontece cada vez mais frequente com o Inter. Todos os protocolos da CBF serão feitos novamente. É inadmissível. A partida foi decidida por erros de arbitragem”, disse o dirigente.
“Saímos do 8 ou 80. O VAR antes entrava se o jogador cuspia no chão. Agora não entrou no lance do Renê. Nada. O Héber Roberto Lopes já era ruim no campo e piorou no VAR. Contra o Botafogo, o cara anulou o gol nosso. Não aconteceu nada. Admitiu, deu explicação? Não. Falou para os nossos atletas”.
“Hoje o pênalti no Ronaldo, puxado na área. Para fugir da responsabilidade, ele mandou bater rápido para não dar chance ao VAR avaliar”.
“Seguiu o jogo e a falta do Renê para vermelho a primeira. Depois o puxão de camisa. Desde que eu nasci é cartão amarelo. O que ele fez? Nada. Não expulsou o Renê. É um retrocesso. Estamos na reta final do Brasileirão e estão escalando árbitros inexperientes”, seguiu.
“Não adianta pedir parceria, não fazer cera, mas a arbitragem piora. Desculpa o desabafo, mas esse é o tom do nosso vestiário, de indignação. Busquei não ferir suscetibilidades. Você fala, é punido. Tem a lei da mordaça e pode vir punição”, reclamou o presidente.
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